quarta-feira, 11 de agosto de 2004

nanorrobô

Cientistas projetam nanorrobô médico

SÃO PAULO - Dosar com precisão medicamentos em pacientes com problemas é um desafio que a medicina, aliada à nanotecnologia, começa a superar. O cirurgião ocular Baljean Dhillon, do Princess Alexandra Eye Pavilion em Edimburgo, Escócia, e o professor de microeletrônica Anthony Walton, da Universidade de Edimburgo, criaram um robô médico menor que um grão de areia, informou a agência de notícias da USP.

Já há pesquisas para nanorrobôs similares. Mas este, que deve entrar no mercado em no máximo seis anos, vai se concentrar a princípio em pessoas com doenças oculares.

Implantado no olho, vai monitorar alterações e administrar medicamentos. Mas os pesquisadores não descartam que o mecanismo possa ser usado em outras partes do corpo, incluindo o cérebro.

Os chips serão produzidos em silicone ou plástico.

Os robôs serão implantados por meio de um corte mínimo e poderão atuar por alguns meses até serem substituídos. Veja em JB.

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