Cientistas projetam nanorrobô médico
Já há pesquisas para nanorrobôs similares. Mas este, que deve entrar no mercado em no máximo seis anos, vai se concentrar a princípio em pessoas com doenças oculares.
Implantado no olho, vai monitorar alterações e administrar medicamentos. Mas os pesquisadores não descartam que o mecanismo possa ser usado em outras partes do corpo, incluindo o cérebro.
Os chips serão produzidos em silicone ou plástico.
Os robôs serão implantados por meio de um corte mínimo e poderão atuar por alguns meses até serem substituídos. Veja em JB.
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