PROLOPA - lendo a bula -
PROLOPA
- Prolopa® (Levodopa + Cloridrato de benserazida) 250: manitol, fosfato de cálcio dibásico, celulose microcristalina, amido, polivinilpirrolidona, estearato de magnésio, etilcelulose, óxido de ferro vermelho, ácido silícico, dioctilsulfosuccinato de sódio.
- Prolopa® (Levodopa + Cloridrato de benserazida)125 HBS*: hidroxipropilmetilcelulose, óleo vegetal hidrogenado, fosfato de cálcio dibásico anidro, manitol, talco, polivinilpirrolidona, estearato de magnésio.
- Prolopa® (Levodopa + Cloridrato de benserazida) 125 dispersível: ácido cítrico anidro, amido pré-gelatinizado, celulose microcristalina, estearato de magnésio.
*HBS é uma sigla adotada internacionalmente e significa Hydrodynamically Balanced System, uma apresentação especial que propicia uma liberação prolongada das substâncias ativas no estômago, onde a cápsula de Prolopa® (Levodopa + Cloridrato de benserazida) HBS permanece várias horas.
Reações adversas
Anorexia, náusea, vômitos e diarréia rara têm sido relatados com Prolopa® (Levodopa + Cloridrato de benserazida). Casos isolados de disgeusia têm sido relatados. Efeitos adversos gastrintestinais, que podem ocorrer predominatemente em estágios iniciais do tratamento, são em grande parte controláveis com a ingestão de Prolopa® (Levodopa + Cloridrato de benserazida) com alimentos ou líquidos, ou com aumento gradual da dose.
Reações alérgicas cutâneas como prurido e rubor podem ocorrer raramente.
Arritmias cardíacas ou hipotensão ortostática podem ocorrer ocasionalmente. Distúrbios ortostáticos, em geral, melhoram com redução da dose de Prolopa® (Levodopa + Cloridrato de benserazida).
Anemia hemolítica, leucopenia transitória e trombocitopenia têm sido relatadas em casos raros. Portanto, como em todo tratamento de longo prazo com levodopa, recomenda-se monitoração periódica hematológica e de função hepática e renal.
Em estágios tardios do tratamento, podem ocorrer movimentos involuntários (coreiformes ou atetóides). Estes, em geral, podem ser eliminados ou tornar-se suportáveis com redução da dose.
Com tratamento prolongado, podem ocorrer flutuações da resposta terapêutica, incluindo episódios de acinesia, deterioração de final da dose e efeito "on-off". Estes podem ser controlados ou tornar-se suportáveis, com ajuste de dose e administração de doses individuais menores, mais freqüentemente. Posteriormente, pode-se tentar aumentar a dose novamente, para intensificar o efeito terapêutico.
Agitação, ansiedade, insônia, alucinações, delírios e desorientação temporal podem ocorrer, particularmente em pacientes idosos e em pacientes com antecedentes psiquiátricos. Pode ocorrer depressão em pacientes tratados com Prolopa® (Levodopa + Cloridrato de benserazida), mas esta também pode ser um efeito da doença de Parkinson.
Aumentos transitórios de transaminases e fosfatase alcalina podem ocorrer.
Elevação dos níveis sangüíneos de uréia pode ser observada com o uso de Prolopa® (Levodopa + Cloridrato de benserazida).
Pode ocorrer alteração da coloração urinária, passando, em geral, a avermelhada, e tornando-se mais escura, se guardada.
fonte: http://www.roche.com.br/bulas
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observamos que muitos comentários são postados e não exibidos. Certifique-se que seu comentário foi postado com a alteração da expressão "Nenhum comentário" no rodapé. Antes de reenviar faça um refresh. Se ainda não postado (alterado o n.o), use o quadro MENSAGENS da coluna da direita. Grato.