quinta-feira, 17 de fevereiro de 2005

A ESPERANÇA E O PLACEBO

“Assim como nas experiências com a dor, a crença e a expectativa em resposta a estímulos ambientais provocaram mudanças nas trilhas do cérebro, alterando, neste caso, o funcionamento do sistema nervoso autônomo. Esses nervos autônomos libertaram agentes químicos da família da adrenalina que substituíram o albuterol, relaxando a musculatura (...).” (In GROOPMAN, 2004, p. 202)

“Em agosto de 2001, o Dr. A. Jon Stoessl e seus colaboradores na Universidade da Columbia Britânica, em Vancouver, publicaram um estudo sobre placebos e mal de Parkinson na prestigiosa revista Science.
Um dos aspectos mais debilitantes do mal de Parkinson é perda progressiva das funções musculares voluntárias. Os pesquisadores mostraram que os placebos tinham influência sobre essa doença. O trabalho deles indica que a crença e a expectativa são capazes de alterar a neuroquímica que afeta a regulação dos músculos voluntários.” (In GROOPMAN, 2004, p. 204)

Fonte: GROOPMAN, Jerome. A anatomia da esperança: A descoberta da medicina moderna do poder da emoção no combate às doenças. Ed. Objetiva. Rio, 2004.

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