quinta-feira, 14 de julho de 2005

Estudo com camundongos sugere que mal de Alzheimer pode ser parcialmente reversível
(...) Duas proteínas envolvidas são formas não-saudáveis de compostos naturais do cérebro chamados de amilóide-beta e a proteína tau. A equipe de Ashe trabalhou com camundongos geneticamente modificados para desenvolverem o gene mutante tau, mas essa mutação podia ser parada ou desativada, como o uso de uma droga. Como se esperava, os roedores desenvolveram o mal e apresentaram uma atrofia cerebral semelhante ao mal de Alzheimer humano. (segue...) Leia no Globo On line.

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