
VENTO SUL COM CHUVA
Neste final de semana bem quisera poder cantar a “Canção da primavera”, a “Canção de vidro”, “A Canção que não foi escrita”, a “Canção paralela”, a “Canção azul”, a “Canção da noite alta”, a “Canção de garoa”, a “Canção meio acordada”, a “Canção de domingo”, a “Canção junto ao berço”, a “Canção da aia para o filho do rei”, a “Canção de torna viagem”, a “Canção de bar”, a “Canção ballet”, a “Canção do dia de sempre”, a “Canção de menina e moça”, a “Canção da janela aberta”, a “Canção de muito longe”, a “Segunda canção de muito longe”, a “Canção da ruazinha desconhecida”, a “Canção para uma valsa lenta”, a “Canção do amor imprevisto”, a “Canção do primeiro do ano”, e até mesmo a “Canção de barco e de olvido”, a “Canção do desencontro no terraço”, a “Canção do outono”, a “Canção do inverno”. Mas, não tem jeito. Depois da ventania que assolou a Ilha, digna de um Hassis, e revendo todo o acontecido na semana, dentre as canções de Mario Quintana, penso que vou ter que escolher entre “Canção de um dia de vento”, a “Canção de nuvem e vento”, a “Canção da chuva e do vento”, ou, ainda, entre a “Pequena crônica policial”, a “Canção do suicida”, a “Canção do charco”, e a “Canção do baú”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observamos que muitos comentários são postados e não exibidos. Certifique-se que seu comentário foi postado com a alteração da expressão "Nenhum comentário" no rodapé. Antes de reenviar faça um refresh. Se ainda não postado (alterado o n.o), use o quadro MENSAGENS da coluna da direita. Grato.