Paulo José revisita os 40 anos que dedicou à tela grande em mostra no CCBB. (...) Seu algoz: o Mal de Parkinson. A doença revelou seus primeiros sintomas em 1993, com uma cena que parece ter sido tirada de uma comédia de humor negro. — Quando o Parkinson foi diagnosticado e o médico me receitou Prolopa, eu perguntei até quando deveria tomar o remédio. Aí, com um ar meio maquiavélico, ele me respondeu: “Você tem uma doença progressiva, degenerativa e irreversível”, e ficou me olhando com uma cara trágica, como se quisesse tirar minha esperança. Mas aí eu lembrei que a vida que a gente leva também é assim: progressiva, degenerativa e irreversível. Percebi ali que o homem é produzido para ter só 30 anos. Depois disso, as peças começam a sair da garantia. (...)
Publicado somente este extrato, no que se refere ao Parkinson. O artigo na íntegra está em Depoimentos. Fonte: O Globo de 04/09/2005. Há outro artigo sobre o mesmo tema no Estadão.
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