Novos movimentos em Parkinson
Por Andres M. Lozano e Suneil K. Kalia
Descobertas genéticas e celulares estão entre os avanços que apontam para a melhora do tratamento desse problema, cada vez mais comum.
A doença de Parkinson, descrita pela primeira vez no início do século XIXpelo médico britânico James Parkinson como "paralisia agitante", está entre os problemas neurológicos mais preponderantes hoje em dia. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), pelo menos 4 milhões de pessoas em todo o mundo têm a doença. Esses números devem dobrar até 2040, com o aumento da população idosa. O mal de Parkinson e outros problemas neurodegenerativos comuns na terceira idade (como Alzheimer e esclerose lateral amiotrófica) estão próximos de superar o câncer como principal causa de morte. Mas a doença não é específica dos idosos: metade dos pacientes adquire a doença antes dos 60 anos. E ela pode se desenvolver antes mesmo dos 40.
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