quinta-feira, 7 de dezembro de 2006


<=Ângela (presidente APARS) e o "bom velhinho" (06/12/2006)

Marido canta e mulher acorda após dez anos em coma
07/12/2006 - Pequim - Uma chinesa recuperou a consciência após dez anos em coma, depois de seu marido passar todo esse tempo cantando ao lado da sua cama, informou hoje o jornal "China Daily".

O casal, que se conhecia desde a infância, está casado há 50 anos e vive na cidade de Nanjing, capital da província de Jiangsu, no leste da China.

Chang entrou em coma em 1996, após uma grave doença. Seu marido, Yang, lembrou que quando os dois eram jovens uma das coisas de que ela mais gostava era ouvi-lo cantar. (segue...) Fonte: Folha Online.

Pelo sim, pelo não

07/12/2006 - por Leticia Wierzchowski

Céticos, tremei.

Pesquei o assunto da coluna do Contardo Calligaris na Folha de S. Paulo e fiquei tão tocada que achei por bem trazê-lo até estas meridionais linhas, com o perdão da minha ignorância, pois não sou médica, nem estudei psicologia. A coisa é mais ou menos a seguinte: a respeitadíssima publicação British Medical Journal ocupou-se, durante um espaço de dois anos (2001 a 2003), de raríssimo assunto. Várias pesquisas feitas em diversos países, entre eles Israel, mostraram que a reza produz efeitos positivos em pacientes que sofrem uma variedade de estados patológicos. O doente, seja rezando, ou sabendo que outros estariam rezando por ele, encontra um efetivo estado de melhora da sua enfermidade. Como disse Calligaris, até aí a coisa explica-se no fato de que o doente encontraria conforto no ato de rezar ou no amor daqueles que oram por sua saúde e se preocupam com ele. Se até as flores crescem melhor quando são objeto de atenção carinhosa, imagine o efeito disso num vovozinho com câncer, por exemplo.

Mas o furo é mais embaixo. Segundo o British Medical Journal, tais estudos mostraram que a reza ajuda até aqueles doentes que nem se sabem objeto de uma oração. Ou seja: você vai lá, reza e pede por alguém, escolhe um nome e mentaliza a pessoa. Com o tempo e a energia dessa oração, esse doente aleatório melhora tanto quanto aquele outro que, com fé, reza por sua própria cura. Esse seria, então, um fato verídico, comprovado estatisticamente.


Fiquei muito impressionada. Deus ou uma entidade divina qualquer, a força do nosso pensamento ou um milagre, nomes existem muitos e para todos os gostos. Mas alguém pensar forte daqui, e outrem melhorar acolá é um fato que dá pano para manga, ah, dá... No mínimo, nossas intenções espirituais têm mais poder do que imaginamos, e a força do nosso pensamento pode mesmo influir nos (nem tão rígidos) caminhos da matéria. Ou existe mesmo alguém num extrato inalcançável que se ocupa dos nossos humildes pedidos, ou somos bem mais capazes do que nos acreditamos desde sempre e podemos muito mais do que entortar colherzinhas de chá em programas de auditório.

Enfim, tudo isso me fez lembrar da minha tia-avó, Ludmilla, que era gorda, faceira e cheirava a talco de alfazema. Ela, que costumava nos benzer a todos, contra mau-olhado, tosse e falta de apetite... Pois melhorávamos das nossas delicadas mazelas infantis, é bem verdade. Fonte: Zero Hora.

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