sexta-feira, 23 de março de 2007

Escoceses abrem caminho para super scanner
Mar. 23, 2007 - Glasgow, Scotland - Cientistas das Escócia estão desenvolvendo um scanner de MRI (Ressonância magnética) que poderá revolucionar a medicina. A primeira varredura do corpo inteiro com MRI foi realizada em Aberdeen em um homem de Fraserburgh com câncer do fígado em agosto 1980. Desde então, a imagem de ressonância magnética tem se tornado uma das ferramentas de diagnóstico das mais importantes da medicina. Ontem, a universidade de Aberdeen revelou um projeto de 2,5 milhões de libras para abrir caminho ao super scanner muito mais poderoso. E poderá conduzir às descobertas no tratamento das doenças de Alzheimer, de Parkinson, da Esclerose Múltipla e do sangue. O Professor David Lurie, da universidade de física biomédica, diz: “Nós estamos tremendamente excitados sobre o potencial para este scanner,… (em inglês) Fonte: Therapeutics Daily.

Creatina poderá ajudar no tratamento de Parkinson

23 de março de 2007 - Estudos com ratos mostram que suplemento é antioxidante e protege mitocôndrias.

WASHINGTON - A agência de pesquisa médica dos Estados Unidos iniciou na quarta-feira, 22, um estudo para determinar se o suplemento dietético creatina pode retardar o avanço da doença de Parkinson.

O Instituto Nacional de Doenças Neurológicas e de Derrame Cerebral (NINDS, sigla em inglês), que faz parte do Instituto Nacional da Saúde dos EUA, informou em comunicado o início de um estudo clínico em grande escala sobre essa substância.

Atualmente não existe nenhum tratamento que retarde a progressão do Parkinson. Mas a creatina, usada atualmente para melhorar o desempenho físico, tem dado indicações promissoras, que convenceram o NINDS a estudar seus efeitos.

Estudos preliminares com ratos mostram que a creatina pode atuar como um antioxidante e proteger as mitocôndrias, que produzem energia dentro das células. A sua ação aumentaria a vida dos neurônios. (segue...) Fonte: Estadão.

Coréia do Sul volta a permitir pesquisas com células-tronco
23/03/2007 - Aprovado projeto de ajuda aos estudos genéticos no valor de US$ 908 milhões. Poderão ser usadas apenas células descartadas de inseminações artificiais.

A Coréia do Sul aprovou nesta sexta-feira (23) a retomada parcial das pesquisas com células-tronco embrionárias, suspensa após o escândalo de um ano atrás envolvendo o cientista sul-coreano Hwang Woo-souk.

Hwang Woo-souk anunciou em fevereiro de 2004 que tinha conseguido clonar 30 embriões a partir de 242 óvulos de 16 mulheres. O falso resultado, porém, foi depois desmascarado. (segue...) Fonte: Globo.

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