quarta-feira, 21 de março de 2007

Terapia com células-tronco não tem data marcada, afirma pesquisador brasileiro
20/03/2007 - Uso médico 'pode vir em cinco, dez ou 50 anos', diz Stevens Rehen, cientista da UFRJ. No entanto, trabalho de brasileiros na área já estaria rendendo resultados promissores.

Cientistas e portadores de doenças degenerativas do Brasil todo comemoraram quando, em março de 2005, o Congresso aprovou a Lei de Biossegurança, que permitia a pesquisa com células-tronco embrionárias humanas (CTEHs) no país. Essas células são a grande esperança biomédica deste século, graças à sua capacidade de assumir a função de qualquer tecido do corpo humano, dos músculos aos nervos.

A revolução, no entanto, está longe de ser instantânea, como pode testemunhar o biólogo Stevens Kastrup Rehen. O pesquisador da UFRJ e presidente da Sociedade Brasileira de Neurociências e Comportamento é um dos principais cientistas da área no país e tem ajudado a articular parcerias entre as várias instituições que estudam o tema. Em entrevista ao G1, ele disse que qualquer previsão sobre possíveis terapias com as CTEHs é inútil neste momento.

"Não gosto de fazer previsões", afirmou Rehen. "Dizem que, quando alguém afirma que em cinco anos haverá terapia, na verdade não faz a mais vaga idéia de quando a terapia de fato estará disponível. Não dá para arriscar, podem ser cinco, dez ou 50 anos. O que posso afirmar, entretanto, é que nenhuma terapia estará disponível se não houver investimento em pesquisa", completa. (segue...) Fonte: Globo.

Em 2030, serão 7,7 milhões com Alzheimer nos EUA
21 de março de 2007 - A cada ano, 5 milhões de pessoas são afetadas pela doença.

WASHINGTON - Estudo publicado na terça-feira, 20, pela Associação de Alzheimer dos Estados Unidos prevê que em 2030 serão 7,7 milhões afetados pela doença no país. Em 2050, serão 16 milhões. A cada ano, 5 milhões são afetados pelo Alzheimer.

As previsões levam em consideração os dados dos últimos cinco anos. Nesse período houve um crescimento de 10% no número de portadores de Alzheimer. É a primeira estatística nos Estados Unidos sobre a doença desde 2002, ano em que o número de portadores chegou a 4,5 milhões.

Mesmo com os avanços técnicos científicos, o número de pessoas afetadas deve aumentar. A mortalidade causada pelo Alzheimer foi 33% maior do que outras doenças, entre 2000 e 2004, segundo o relatório do Centro para o Controle de Doenças e Prevenção dos EUA.

Para esta doença, a idade aparece como fator-chave. Os 65 anos são considerados idade de risco. Uma de cada oito pessoas a partir dessa faixa sofre de Alzheimer. (segue...) Fonte: Estadão.

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