sábado, 7 de abril de 2007

Um dos maiores estudos da doença de Parkinson é iniciado nos Estados Unidos (Creatina x PD-02)
07 abril 2007 - Investigadores do National Institute of Neurological Disorders and Stroke (NINDS) iniciaram uma das maiores experimentações clínicas da doença do Parkinson. O estudo, que envolve mais de 50 locais e se desenvolverá sobre 1.700 pacientes nos Estados Unidos e no Canadá, pretende testar uma nova terapia com droga, desenvolvida pelo grupo Avicena baseado em Palo Alto, para retardar o progresso da doença de Parkinson e para ajudar milhões de pessoas em torno do mundo afligidos com esta doença debilitante. “Este estudo aproveitarará a perícia de alguns dos maiores investigadores do país,” diz o Dr. Karl Kieburtz, pesquisador líder do estudo. Os “projetos como este são mostra do compromisso científico, com os assuntos da comunidade" e colaboração voluntária para melhorar a vida de pacientes de Parkinson.” (segue..., em inglês) Fonte: Medical News Today.

Contra o Parkinson
07 de abril de 2007 - Em uma ação simultânea com outros países, a Academia Brasileira de Neurologia (www.abneuro.org) promoverá, nesta quarta-feira, a Campanha Nacional de Parkinson. O objetivo é mostrar que a doença tem tratamento que pode melhorar a qualidade de vida do paciente. Nos postos de atendimento espalhados por 10 cidades, incluindo Porto Alegre, a população poderá conversar com neurologistas sobre a doença, fatores de risco e tratamentos.
Serviço
Campanha Nacional de Parkinson
Onde: Amrigs (Av. Ipiranga, 5.311, Capital)
Quando: quarta-feira, das 14h às 22h
Números
- 200 mil pessoas sofrem da doença no país
- 4 milhões de pessoas no mundo têm Parkinson
- A estimativa é que o número mundial dobre até 2040, por causa do aumento da população idosa
Fontes: Ministério da Saúde e Organização das Nações Unidas. Fonte: Zero Hora.

O golaço de placa de Gana
05/04/2007 - (...) Por exemplo, usando uma manipulação farmacológica, que inibiu a síntese de dopamina nos neurônios desses camundongos, Kafui conseguiu produzir uma depleção (eliminação) quase completa desse transmissor. O resultado foi a criação, em alguns minutos, de animais que exibiam todos os sintomas motores de um paciente sofrendo de um quadro avançado do mal de Parkinson. Depois dessa manipulação, esses camundongos permaneciam imóveis, sem conseguir iniciar qualquer movimento, tal qual um paciente parkinsoniano não tratado ou quando a medicação não surte mais efeito.

Através da análise da atividade elétrica do cérebro desses animais, Kafui descobriu que esses camundongos, além do quadro motor, também não conseguiam dormir ou entrar em sono REM.

Quando Kafui administrou a esses animais o medicamento (L-dopa) tipicamente usado para tratar pacientes com doença de Parkinson, a primeira coisa que ocorreu, antes mesmo da melhora dos sintomas motores, foi que os animais conseguiram voltar a dormir e entrar na fase de sono REM. Durante esse período, eles puderam voltar a ter os seus sonhos tácteis (roedores provavelmente têm sonhos tácteis e não visuais como nós primatas). (segue...) Fonte: Globo.

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