Doença de Parkinson é dificuldade e limitação, mas não é o fim do mundo
12 de Abril de 2007 - Hoje,11 de Abril (sic.), quarta-feira, é o Dia Mundial da Doença de Parkinson, porque neste mesmo dia do ano de 1755 nasceu James Parkinson, o médico inglês que em 1817, pela primeira vez, identificou e descreveu os sintomas da doença, a qual, por esse motivo, recebeu o seu nome.A Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa e a delegação do Algarve da Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson (APDPK) promovem dia 12 de Abril, quinta-feira, a partir das 18 horas, uma conferência sobre este tipo de doença, em que são palestrantes o médico neurologista Carlos Basílio, a médica de medicina física e reabilitação Isabel Mota e Francisco Palaré.
No decorrer do debate serão fornecidos dados sobre a doença de Parkinson, os sintomas, diagnóstico e tratamentos. (segue...) Fonte: Barlavento-pt.
Medicamento Israelense Evita a Morte das Células Nervosas
Uma nova droga, a rasagilina, fabricada pelo laboratório israelense Teva, chega ao Brasil ainda este ano e promete melhorar a qualidade e sobrevida dos portadores da doença de Parkinson. Hoje, no Dia Nacional da enfermidade, a notícia reacende as esperanças da classe médica contra o mal.O medicamento funciona como um neuroprotetor. Evita a morte das células nervosas dos gânglios basais, uma das estruturas cerebrais. Esses neurônios são responsáveis pela suavização dos movimentos e coordenação das alterações posturais. Porém, na doença, por motivos ainda desconhecidos, essas células se degeneram, desencadeando sintomas como tremores, rigidez muscular, diminuição da mobilidade e instabilidade postural.
A rasagilina é uma nova combinação molecular (monoamina oxidase de tipo B) que bloqueia a desintegração da dopamina. O problema é o custo da droga. Importada dos Estados Unidos e da Europa, chega a custar aproximadamente R$ 1mil. (segue...) Fonte: De olho na mídia.
Obs.: O preço de cada comprimido de Azilect (1 mg) está entre 6 e 9 dólares! Loucura!
Desvio de R$ 11 mil comprovado - Funcionários da Farmácia Popular são afastados para investigação do caso
12 de abril de 2007 - BARRA MANSA - Em meio a reclamações sobre falta de remédios, publicadas por A VOZ DA CIDADE, por parte de moradores como a dona-de-casa Alaíde Oliveira Marcelino, 53 anos, e o servidor público Renato da Silva Costa, 35, uma denúncia de desvio de medicamentos e dinheiro da Farmácia Popular, administrada pela prefeitura e pela Secretaria Municipal de Saúde, é confirmada, segundo informações do Ministério da Saúde (MS). (...)A VOZ DA CIDADE tem publicado matérias sobre a falta de medicamentos doados pelo poder público da cidade. No dia 16 de março, foi publicado o caso do servidor público Renato da Silva Costa, 35 anos, que apesar de ter em mãos uma ordem judicial obrigando a Secretaria de Saúde distribuir medicamentos para sua mãe, que sofre de doença de Parkinson, não recebe regularmente os remédios.
A mãe de Renato tem 60 anos e utiliza os medicamentos Prolopa 250, Prolopa HBS, Sifrol 0,25, Rivotril 2mg, Frontal 0,5mg e Tenadren 40, os três primeiros específicos para a doença. Ele conta que no final de 2005 sua mãe ganhou o direito de receber os remédios através de um ofício enviado pela Defensoria Pública (DP) à Secretaria de Saúde. O documento passou a ter validade em janeiro de 2006, mês em que receberam a primeira remessa de medicamentos. “A partir de abril do mesmo ano, somente os essenciais eram entregues”. Em maio, segundo ele, a Justiça intimou a secretaria a entregar os medicamentos. “Voltaram a entregá-los, mas o problema voltou a acontecer. Em alguns meses recebíamos e em outros, não. As provas que tenho são as receitas, em que são marcadas as faltas dos remédios”, acusa.
Renato acrescenta que em fevereiro deste ano não foram entregues o Sifrol e o Prolopa HBS, que em março também ficaram pendentes. (segue...) Fonte: A Voz da Cidade.
Senado americano aprova pesquisas com células-tronco
WASHINGTON - O Senado americano aprovou na quarta-feira, 11, um projeto de lei que levanta as restrições ao financiamento federal para pesquisas com células-tronco.
No entanto, com 63 votos a favor e 34 contra, o projeto não obteve os dois terços necessários para impedir um veto do presidente americano, George W. Bush.
Bush já avisou que vai usar seu poder para vetar o projeto. No ano passado, ele já havia vetado um projeto semelhante.
O presidente impôs restrições aos gastos do governo em pesquisas com células-tronco quando assumiu o poder, em 2001.
Os democratas - que têm maioria no Senado americano - argumentam que as atuais restrições impedem pesquisas médicas vitais.
A diminuição das restrições às pesquisas com células-tronco foi uma das promessas do Partido Democrata ao tomar o poder no Congresso, no ano passado.
Os parlamentares democratas afirmam que vão continuar pressionando em favor do projeto até que este seja transformado em lei. (segue...) Fonte: Estadão.
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