terça-feira, 8 de maio de 2007

Amigos-da-onça
08/05/2007 – Como crianças novas na vizinhança, neurônios recém-formados tentam avidamente se enturmar com a grupo local. Logo após o nascimento, as células seguem rapidamente para onde está o agito e passam a tentar se ligar com os neurônios maduros que compõem as conexões já estabelecidas.

Depois que os novatos crescem, ficam mais fortes e ousados e acabam expulsando os mais velhos. As observações são de um estudo feito por pesquisadores do Instituto Salk de Estudos Biológicos que será publicado esta semana na edição on-line da revista Nature Neuroscience.

“A adição de novos neurônios poderia ser um processo muito problemático caso células recém-nascidas se conectassem em qualquer lugar, mas se elas apenas substituem conexões preexistentes, a chance de erro é menor”, explicou Fred Gage, um dos autores do estudo. (...)

“Se temos esperança de que um dia células-tronco neuronais possam substituir neurônios danificados em doenças neurodegenerativas como Alzheimer ou Parkinson, é preciso ter certeza de que as novas células farão conexões apropriadas, formarão sinapses funcionais e se integrarão ao restante do cérebro”, disse Nicolas Toni, que coordenou o estudo. (segue...) Fonte: Agência Fapesp.

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