domingo, 12 de agosto de 2007




CÉLULAS-TRONCO E O PRÊMIO NOBEL

No embalo da grande corrida por registro de patentes de processos, proteínas e até genes, há a competição de sempre pelo prêmio Nobel deste ano. Jornalistas que acompanham os trabalhos científicos apostam que os pesquisadores que estão mexendo com células-tronco, são fortes candidatos a esse grande prêmio, na opinião de Roberto Palmitesta D., em artigo que publicou ontem na Analítica.com.

Três laboratórios ligados a universidades, de forma independente, conseguiram obter células-tronco da pele de cobaias (Harvard, nos Estados Unidos; Cambridge, na Inglaterra e Kioto no Japão). O pessoal do Harvard Stem Cell Institute já anunciara essa descoberta em agosto de 2005, segundo Newsweek. Esse feito poderá eliminar os obstáculos éticos gerados pelo emprego de embriões humanos, fato que levou o Presidente Bush a cortar verbas para pesquisa no orçamento americano, o mesmo acontecendo na maioria dos países ocidentais.

A questão agora é saber se o processo aplica-se à pele humana. Tudo indica que estamos mais perto do emprego dessa tecnologia no tratamento de doenças degenerativas como Parkinson, do que ousavam pensar os mais otimistas.

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