quarta-feira, 24 de outubro de 2007






MUSICOPHILIA


Apresentando o mais recente livro de Oliver Sacks, o renomado neurologista inglês, professor da Columbia University, de New York, seus editores afirmam que:

“A música pode elevar-nos bem alto e infundir-nos emoções profundas. Pode persuadir-nos a comprar algo ou lembrar-nos experiências marcantes. Pode tirar-nos da depressão quando nada mais funcionar. Pode fazer-nos dançar ao compasso de uma batida. Mas o poder da música vai muito, muito além. Certamente, a música ocupa mais áreas de nosso cérebro do que a fala – o ser humano é uma espécie musical.
A compaixão com que Oliver Sacks reúne histórias verídicas de pessoas que lutam para adaptar-se a diferentes circunstâncias neurológicas mudou fundamentalmente a maneira de pensarmos nossos próprios cérebros bem como a experiência humana. Em Musicophilia, ele examina o poder da música através de experiências individuais dos pacientes, dos músicos, e de pessoas comuns - de um homem que foi atingido por um raio e de repente se transforma em pianista aos 42 anos; um grupo das crianças com síndrome de Williams, que são músicos natos; pessoas com "amusia," para quem uma sinfonia soa como o tinir de pratos e bandejas; um homem cuja memória dura somente sete segundos - para tudo menos para a música.
Nossa sensibilidade refinada para a música pode às vezes nos enganar: Sacks explora como os jingles nos podem sujeitar durante horas a um replay mental, e como um número surpreendente de pessoas tem alucinações musicais ininterruptas que as assaltam noite e dia. Contudo muito mais freqüentemente, a música colabora: Sacks descreve como a música pode animar pessoas com doença de Parkinson que não podem se mover, bem como dar expressão oral a pacientes vitimas de derrame que não falavam; acalmar e organizar pessoas cujas memórias foram devastadas pela doença de Alzheimer ou pela amnésia.

A música é irresistível, assombrosa e inesquecível. Em Musicophilia, Oliver Sacks nos diz por que.”

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