quarta-feira, 2 de abril de 2008

Grupo vai "abraçar" o STF para pedir liberação de pesquisas com células-tronco
01/04/2008 - Entidades que apóiam as pesquisas com células-tronco embrionárias prometem fazer um "abraço simbólico" no prédio do STF (Supremo Tribunal Federal), em Brasília, para pedir a liberação desses testes. O protesto, marcado para o próximo sábado (5), é capitaneado pela ONG Movimento em Prol da Vida.

A manifestação está marcada para às 10h30, em frente ao STF. No mesmo dia, devem ocorrer protestos também em São Paulo e no Rio. O objetivo é fazer com que o STF defina logo qual o futuro das pesquisas com célula-tronco no Brasil. (segue...) Fonte: Folha Online.
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Equipe cria primeiros embriões híbridos de homem e vaca no Reino Unido
01/04/2008 - Criações dos cientistas sobreviveram apenas por três dias. Pesquisa é alternativa à escassez de óvulos humanos para estudos.

Uma equipe de cientistas da Universidade inglesa de Newcastle foi a primeira no Reino Unido a criar embriões híbridos parte humanos e parte animais, afirmou nesta terça-feira a rede britânica BBC.

De acordo com a emissora pública britânica, esses embriões, desenvolvidos a partir da inserção de material genético de células epidérmicas humanas em óvulos anucleados de vaca, sobreviveram até três dias, e fazem parte de uma pesquisa sobre várias doenças. (segue...) Fonte: G1.
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"O cérebro poderá em breve libertar-se dos limites do corpo"
01/04/2008 - Neurocientista Miguel Nicolelis acredita que interface homem-máquina poderá ser a solução para algumas doenças e lesões.

Na linha de frente da neurofisiologia, Miguel Nicolelis usa a genética para entender circuitos neurais e os comportamentos que se baseiam neles. Ele compreendeu os fundamentos da linguagem dos neurônios a ponto de estabelecer comunicação entre cérebros e computadores e chega a imaginar-se em outro planeta sem sair do lugar.

Durante o pós-doutorado que o levou aos Estados Unidos em 1989, o neurocientista, hoje à frente de um grande laboratório na Universidade Duke, brasileiro desenvolveu uma técnica que o permitia monitorar a atividade de até 500 neurônios ao mesmo tempo. Foi uma revolução na área, que até então pesquisava o cérebro olhando um neurônio de cada vez. “Era como ir à ópera e só ouvir a voz da Maria Callas, ou tentar entender a Amazônia olhando uma única folha de cada vez”, explicou Nicolelis em palestra realizada em 11 de março dentro da programação cultural paralela à exposição Revolução Genômica, em cartaz em São Paulo (veja a lista dos próximos eventos).

Além disso, ele desvendou as bases da linguagem dos neurônios e conseguiu transformar impulsos elétricos em comandos entendidos por computadores. Com essa abordagem, o neurocientista pretende ajudar a aliviar sintomas neurológicos de doenças como o mal de Parkinson. Durante cirurgias em pacientes, ele mostrou que consegue prever com grande confiança as conseqüências da ativação de cada neurônio.

Mas para descobrir os fundamentos da doença, é preciso mais: ele usa ratos sem o gene responsável por produzir uma proteína transportadora de dopamina, substância cuja escassez é característica do mal de Parkinson. A dopamina é essencial na transmissão de informação entre neurônios, mas sem as proteínas transportadoras ela não é reabsorvida depois de lançada para fora do neurônio e se perde. Por isso, esses ratos são um bom modelo para estudar Parkinson. (segue...) Fonte: Revista Pesquisa Fapesp.

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