Células tronco talvez não ajudem a combater o Parkinson Sunday, April 6, 2008 - TAMPA — Quinze anos depois, os cientistas ainda
estão aprendendo a partir de uma mulher que arriscou a sua vida para ser parte de uma controversa experiência para tratar doença de Parkinson com células fetais implantadas em seu cérebro.
estão aprendendo a partir de uma mulher que arriscou a sua vida para ser parte de uma controversa experiência para tratar doença de Parkinson com células fetais implantadas em seu cérebro.A mulher morreu no ano passado, e uma autópsia surpreendeu os cientistas. As células transplantadas mostraram sinais inconfundíveis de Parkinson. Isso significa que a doença é capaz de se espalhar dentro do cérebro, migrando das células da própria mulher para as transplantadas.
Além disso, levanta dúvidas sobre transplantes de células estaminais, se poderá tornar-se o melhor tratamento para Parkinson, porque a doença pode se espalhar afetando as novas células.
O estudo foi publicado domingo na revista online Nature Medicine. É o mais recente resultado de um polêmico julgamento de cirurgias realizadas na Universidade da South Florida pelo Dr. Thomas Freeman, diretor médico do Centro de Excelência para o Envelhecimento e Reparo Cerebral. (...)
"Existe a possibilidade da repetição do transplante 10 a 12 anos mais tarde", ele disse. "Expectativa de eficácia a longo prazo podem ser demasiado otimistas. Mas o benefício significativo para uma década pode ser realista". (em inglês) Fonte: Tampa Bay. Artigo afim em espanhol=> aqui.
Células-tronco: sorocabano sente calor nas pernas
6/4/2008 - Renato Cafundó volta para casa depois de cirurgia realizada na China.De volta a Sorocaba (a 75 quilômetros de Campinas), após quase um mês desde a cirurgia a que se submeteu, Renato Cafundó, de 42 anos, que ficou paraplégico após um acidente de carro, começou a sentir algumas alterações. Um calor intenso lhe queima as pernas por dentro e os dedos das mãos começaram a se movimentar um pouco mais do que o de costume. “Ainda é cedo para afirmar alguma coisa, mas é lógico que tenho esperança”, diz Cafundó.
A rotina de uma hora diária de fisioterapia tende a ficar mais intensa logo mais. Um novo relatório chegou da China e deve mudar algumas coisas no tratamento que vai ganhar o reforço da hidroterapia e da acupuntura. Apesar de os médicos chineses terem pedido muito esforço dele, academia ainda não é possível, mas são planos para mais adiante.
Tudo isso o estimula ainda mais a sair de casa. Apesar das dificuldades que enfrenta para se movimentar Cafundó sempre sai pela cidade de carro, para passear no bairro de cadeira de rodas ou até mesmo para as “baladas”. “Quando preciso, algum amigo sempre me dá um empurrãozinho na cadeira”, conta.
Saudades de Pequim, na China, ele não sente nenhuma, apesar de ter sido lá onde se submeteu ao tratamento especial com células-tronco e neurais. “É outra cultura, outra comida. Tudo muito diferente”, relembra.
Ele foi o primeiro brasileiro a se submeter a esse tipo de tratamento e para isso teve que viajar até Pequim, pois no Brasil há preconceitos quanto a esse tipo de procedimento. Cafundó juntou dinheiro e se aventurou Ásia. Deixou de lado a preocupação com a cultura e a língua diferentes e seguiu viagem em busca de uma cura para a sua paraplegia, mesmo sem os médicos não prometerem qualquer retorno pós-tratamento. “Estou animado e esperançoso com as possibilidades de voltar a movimentar as pernas”, disse.
O acidente que lhe tirou os movimentos ocorreu em janeiro de 2006. Quando viu uma reportagem na televisão que mostrava avanços obtidos por um médico chinês no tratamento de pessoas com lesões na coluna cervical, resolveu arriscar. O método consiste em melhorar a qualidade de vida dessas pessoas e também é dirigido às pessoas com doenças degenerativas e que tiveram os movimentos de braços e pernas afetados.
A ponte de comunicação entre Brasil e China, com os doutores chineses foi feito através de e-mail, intermediado pela irmã, Renata. Em seguida, ele passou por uma seqüência de exames e começou a fazer sessões de fisioterapia intensiva. Foram oito meses até que estivesse pronto. Com os US$ 15 mil que tinha ele e o primo foram para Pequim.
Quando chegou na capital chinesa, chegou a pensar em desistir de tudo e antes de passar pela cirurgia “Senti medo, porque a cultura é diferente e os procedimentos médicos deles parecem ser mais antigos”, explicou. Porém, mesmo com chances mínimas de recuperação, decidiu continuar já que estava ali. As primeiras conclusões em média saem entre 12 e 18 meses depois da operação.
Além das células-tronco embrionárias, Cafundó concordou em receber substâncias experimentais de células neurais, que supostamente servem para reduzir os riscos de rejeição do transplante. Essas células foram aplicadas dois dias depois da cirurgia. “Foi como uma injeção”, relatou. “A receita, a partir de agora, é se esforçar e acreditar”, disse. Fonte: Correio Popular-Campinas.
Publico a matéria na íntegra pois o acesso é exclusivo a assinantes. Obrigado à remetente!



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06-04-2008 - Neuroderm é um sistema transdérmico que está em desenvolvimento para ser usado 24 horas com o fim de alcançar níveis terapêuticos constantes de L-Dopa no sangue. Um primeiro teste humano piloto medindo os níveis sanguíneos de L-DOPA durante 24 horas, foi concluído no final de 2006. Com base em discussões com as autoridades reguladoras, se espera que o produto deva se beneficiar numa rota de evolução clínica favorável.


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Este produto, bem como outros da NeuroDerm, são protegidos por uma forte propriedade intelectual de grande alcance e emitidas patentes abrangendo tanto a formulação e execução de todos os álquil-ésteres transdérmicos do L-DOPA. (em inglês) Fonte: Neuroderm-il.
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