O presidente da Academia Pontifícia para a Vida, monsenhor Elio Sgreccia, considerou, em declarações à Rádio Vaticano, que esses tipos de pesquisas "são graves do ponto de vista ético".
- Cada vez que a barreira homem-animal é quebrada, tivemos consequências muito graves, ainda que involuntárias - afirmou.
Monsenhor Sgreccia acredita que a idéia de ajudar a encontrar remédios para doenças genéticas como o Alzheimer ou o mal de Parkinson a partir de embriões híbridos "não tem fundamento".
- É uma mentira midiática sem base científica - acusou.
Os deputados britânicos aprovaram na segunda-feira a utilização de embriões híbridos para fins exclusivamente científicos; sua implantação no útero de uma mulher é proibida. Fonte: Jornal do Brasil.
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