quinta-feira, 3 de julho de 2008

Chumbo nos dentes afinal é seguro e eficaz
2008-07-04 - Relatórios de comités científicos da Comissão Europeia concluem que exposição ao mercúrio é muito residual.

As amálgamas dentárias - vulgarmente conhecidas como "chumbos" - são seguras, eficazes e a melhor opção para certas restaurações. É a conclusão a que chegaram dois comités científicos da Comissão Europeia e deita por terra o mito da toxicidade.

Avaliados os riscos para a saúde humana, bem como as questões ambientais, os peritos reconhecem que os "chumbos" aumentam os níveis de exposição ao mercúrio, um metal altamente tóxico presente na amálgama. Mas concluem que são níveis que ficam muito aquém dos limites mínimos recomendados. Paralelamente, advertem para o facto de as alternativas às amálgamas também conterem riscos.

Segundo o Comité Científico dos Riscos para a Saúde Emergentes e Recentemente Identificados, há efectivamente efeitos adversos à colocação de "chumbos". Mas são geralmente de natureza alérgica, têm incidência reduzida e "normalmente rapidamente resolvidos", com a simples remoção da amálgama. Quanto à tese da relação causal entre ter os dentes chumbados e poder desenvolver doenças graves (perturbações neurológicas, como Alzheimer e Parkinson, esclerose múltipla ou problemas renais), "vários estudos epidemiológicos falharam em comprovar tais efeitos". (segue...) Fonte: Jornal de Notícias-pt.
Ora, isto não é novidade: Pesquisa nega hipótese de dano mental causado por obturações, 18 de abril de 2006.
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Hospital da Restauração realiza cirurgia inédita
03/07/2008 - Já teve alta e passa bem o primeiro paciente a ser beneficiado pela primeira cirurgia avançada para mal de Parkinson realizada no SUS em Pernambuco.

A operação, que hoje é oferecida em unidades de alta complexidade do Sudeste, foi feita na última segunda-feira no Hospital da Restauração - HR, maior referência em neurocirurgia do Norte-Nordeste. Todo o procedimento, financiado pelo SUS, custa mais de R$ 100 mil.

A operação realizada pela equipe do HR em Sílvio Motta Botelho, 47 anos, consistiu na implantação de um neurotransmissor. Diferente do procedimento comum, com radiofreqüência, o uso do cálculo de imagem e do aparelho esterotáxico identifica a parte lesionada do cérebro. O paciente interage acordado com a equipe médica, durante todo o tempo previsto, de oito horas. No caso do paciente, o núcleo subtalâmico. Por fim, uma agulha especial abre um orifício para a entrada do eletrodo, que leva estímulo cerebral à região afetada através da captação de energia emitida pelo gerador localizado em baixo da clavícula de Sílvio, que já teve alta.

“Sílvio volta a realizar atividades do dia-a-dia, como amarrar um sapato e utilizar uma colher, detalhes que antes era incapaz de monitorar devido aos tremores e pela rigidez em praticar movimentos simples”, detalha o neurocirurgião Paulo Tadeu Brainer.

Apesar de o HR estar habilitado como assistência de alta complexidade em neurocirurgia no Estado, a unidade ainda não é referência para essa cirurgia, pois não está credenciada para a realização deste procedimento.

A execução do tratamento obedeceu a uma determinação do Ministério Público de Pernambuco encaminhada no dia 13 de fevereiro deste ano à unidade de saúde.

Contudo, o hospital está trabalhando para incluir dentro da rotina o tipo sofisticado de procedimento, assim como outras ações para desafogar a alta demanda em neurocirurgia, informa o diretor do HR, Hélder Corrêa. Fonte: Diário Oficial PE.

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