segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Crece la prevalencia de la enfermedad
Enfermedad de Parkinson. Avanza la I+D con fármacos que alteran el desarrollo de la patología y mejoran sus síntomas. Expertos europeos lanzan una nueva campaña para que se entienda mejor la patología. Cerca de 1,2 millones de europeos sufren Parkinson. Además, la prevalencia de la enfermedad está aumentando, así como el número de personas jóvenes afectadas, según comentó la semana pasada Fabrizio Stocchi, de la Asociación Europea de Enfermedad de Parkinson (EPDA), en el XII Congreso de la Federación Europea de Sociedades Neurológicas (EFNS), celebrado en Madrid. 01/09/2008 - La prevalencia es más alta en los rangos de mayor edad. Así, según datos relativos al caso español ofrecidos por la EPDA, entre los 80 y los 89 años, la prevalencia es de 973 casos por cada 100.000 habitantes, y baja hasta 435 entre los 60 y los 69. Entre los 50 y los 59 años, la prevalencia es de 100,2 casos por 100.000 habitantes, y ya más baja (16,5 casos) entre los 40 y 49 años y entre los 0 y los 39 años (3,3 casos). Francisco Granda, del Hospital Gregorio Marañón (Madrid), subraya a CF que el Parkinson no es sólo una patología de personas mayores, ya que la aparición de los síntomas en adultos jóvenes se estima que ocurre en un 10 por ciento de los casos. Este es sólo uno de los aspectos más desconocidos del Parkinson, que se intentarán dar a conocer con la campaña Parkinson is visible, make it livable, de la EPDA, que se lanzó la semana pasada y que pretende hacer un llamamiento a administraciones, profesionales, pacientes y público general a entender esta patología tan discapacitante, y que insta a acabar con las desigualdades de acceso a tratamientos en Europa. Fonte: Correo Farmaceutico.es.
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i-dosers: as drogas digitais são capazes de levar a um vício perigoso?
31/08/2008 - RIO - É possível chegar a estados alterados da mente usando efeitos sonoros digitais? Esta foi a pergunta que se espalhou recentemente pela rede quando um artigo publicado pelo jornal "USA Today" alertou os pais para o perigo de os filhos se "drogarem" digitalmente, usando sites que oferecem "doses" de estimuladores sonoros para o cérebro. "As drogas digitais supostamente sincronizam suas ondas cerebrais com o som. Daí que, em tese, poderiam alterar o estado mental", diz o artigo. Ele assusta mais ainda ao dizer que embora existam sites mais inofensivos com esse fim, haveria outros "mais sinistros", que proporcionaram os efeitos de maconha, LSD, crack, heroína e outras drogas pesadas. (...) Sons binaurais produzem pulsações de baixa freqüência Os sons binaurais são assim denominados porque, ao ouvi-los num fone estéreo, o cérebro produziria neles uma espécie de pulsação de baixa freqüência. Na verdade, são dois tons em freqüências próximas, mas diferentes. Descobertos pelo americano Heinrich Dove no século retrasado, esses sons só ganharam notoriedade na década de 70, graças a um artigo publicado na "Scientific American", que dizia serem as batidas binaurais interessantes pontos de partida para a pesquisa neurológica. Elas explicariam, por exemplo, a capacidade dos animais de localizarem e selecionarem ruídos específicos, o que ajudaria na sua sobrevivência na natureza. Também ajudariam a pré-diagnosticar doenças, não só as ligadas ao aparelho auditivo, mas aquelas mais complexas, como o mal de Parkinson. (segue...) Fonte: O Globo.

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