terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Cérebro é uma gambiarra evolutiva, diz psicólogo dos EUA
08/12/2008 - Engenheiros americanos costumam usar a gíria "kluge" ao se referirem a soluções improvisadas para problemas em projetos. A falta de iluminação numa casa nova pode rapidamente ser resolvida, por exemplo, com um fio desencapado, uma lâmpada velha, uma extensão e esparadrapo. Esse tipo de gambiarra, diz o psicólogo Gary Marcus, da Universidade de Nova York, é também a melhor analogia para descrever a mente humana.

"Kluge" é o título do novo livro de Marcus, dedicado a mostrar como nossas faculdades mentais mais caras -consciência e raciocínio lógico- foram construídas pela evolução aproveitando estruturas cerebrais primitivas, na falta de algo melhor. Dá para o gasto, mas o preço que pagamos por não sermos fruto de um "projeto inteligente" é que nossa gambiarra cerebral freqüentemente entra em curto-circuito. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.
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Estudo de células-tronco recebe R$ 10 milhões
49 projetos foram aprovados em edital do CNPq; alguns nomes conhecidos ficaram de fora

Terça-feira, 9 dezembro de 2008 - O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) divulgou o resultado de um edital de R$ 10 milhões para pesquisas com células-tronco embrionárias e adultas - o segundo desde que as pesquisas com células de embriões foram autorizadas, em março de 2005. Quarenta e nove projetos foram contemplados, quase todos no Sul e no Sudeste. O dinheiro é para dois anos de pesquisa. (...)

A lista divulgada pelo CNPq não inclui descrição dos projetos. Numa primeira avaliação, nota-se a ausência de alguns nomes conhecidos da área. Entre eles, o do neurocientista Stevens Rehen, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um dos mais experientes no tema no País.

Rehen disse que aguarda receber o parecer do comitê avaliador para saber porque a proposta foi negada. O projeto previa o desenvolvimento de novas linhagens de células-tronco humanas e o uso delas no estudo da doença de Parkinson, com camundongos. “Curiosamente, estou fornecendo células para três projetos que foram aprovados”, disse. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
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Estudo liga distúrbios à falta de ritmo do cérebro
Segunda, 8 de dezembro de 2008 - (...) Llinas, chefe de neurociência e fisiologia da Escola de Medicina da Universidade de Nova York, acredita que ritmos cerebrais anormais podem ser a causa de uma série de distúrbios sérios, incluindo doença de Parkinson, esquizofrenia, zumbido e depressão. Sua teoria pode explicar por que a técnica chamada de estimulação cerebral profunda - implantação de eletrodos em regiões específicas do cérebro - geralmente alivia os sintomas de doenças de movimentos como Parkinson. (...)

Na doença de Parkinson, mudanças químicas colocam partes do tálamo no modo de baixa freqüência. Se a parte afetada do tálamo estiver ligada ao centro motor primário do cérebro, acontece um pequeno tremor, de quatro rotações por segundo. Os pacientes tremem na mesma freqüência que o tálamo motor oscilante. (segue...) Fonte: Terra.
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Parkinson
O nome de doença de Parkinson deve-se ao facto de ter sido descrita pela primeira vez em 1817 por um Médico Inglês de nome James Parkinson que lhe chamou "Paralisia tremórica".

O modo como esta doença se expressa é muito variado. As primeiras manifestações da doença são frequentemente inespecíficas, como apenas uma dificuldade em efectuar determinado movimento, muitas vezes descrita como uma "perda de jeito", por exemplo da mão. Depois com ritmos variáveis conforme a evolução da doença vão surgir a rigidez, a progressiva lentidão de movimentos e o tremor (a doença de Parkinson pode não incluir tremor e há muitas formas de tremor que não são doença de Parkinson). Podem ou não surgir depois uma grande variedade de sintomas como desequilíbrio, alterações do sono ou urinárias, ansiedade e depressão. (segue...) Fonte: Médicos de Portugal.pt.

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