Experimentar novos cheiros protege o cérebro de doenças degenerativas
A lembrança de um aroma
domingo, 07 de dezembro de 2008 - O nariz é a porta de entrada para as memórias, principalmente aquelas ligadas às nossas emoções. E, se for treinado, torna-se um aliado para manter o cérebro longe das doenças neurodegenerativas.Ah, o cheiro de bolo saindo do forno... Ele é capaz de nos remeter a momentos calorosos do passado, como aquelas tardes de domingo em que as avós preparavam delícias para agradar os netos. Na literatura, nenhum registro sobre o despertar de lembranças por meio do olfato é mais notável do que o narrado pelo escritor francês Marcel Proust no primeiro dos sete volumes de Em Busca do Tempo Perdido. Ele descreve um episódio que ilustra bem o que hoje se conhece como memória involuntária, aquela que surge por mero acaso: o aroma do bolinho madeleine embebido no chá evoca no protagonista cenas da infância que trazem “prazer delicioso” e “poderosa alegria”. A ciência explica esse fenômeno — o olfato é tão importante quanto os outros sentidos na retenção das recordações e está indissociavelmente ligado às emoções, mais até do que a visão e a audição.
Um curioso estudo da Universidade de Mannheim, na Alemanha, mostra o efeito emotivo dos aromas. Os cientistas borrifaram essência de flores em um grupo de voluntários e cheiro de ovo podre em outro — ambos dormiam profundamente. Ao despertarem, os que inspiraram a substância fedorenta relataram pesadelos, enquanto os demais descreveram ótimos sonhos. “Inconscientemente, a pessoa relaciona um odor com uma experiência vivida”, justifica Elizabeth Quagliato, neurologista da Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, que fica no interior paulista. Fonte: Câmera 2, com "links".
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Pautas para el uso de células madre
Domingo 07.12.2008 - Es el objetivo de 30 científicos que vienen de trece paísesAlgunos científicos están perjudicando a pacientes desesperados al recomendar tratamientos con células madre sin mencionar de manera adecuada los riesgos y exagerando los posibles resultados, lo que subraya la necesidad de establecer pautas globales, sostienen investigadores.
Sólo debería ofrecerse tratamientos no probados a pacientes que participan en ensayos de investigación que evalúan la seguridad y la eficacia de los mismos, según las pautas que dio a conocer la Sociedad Internacional para la Investigación en Células Madre. Las pruebas deben contar con una revisión independiente, dar a conocer todos los riesgos y llevarse a cabo sólo después de completarse pruebas de laboratorio y con animales, se recomendó.
Las pautas se publicaron esta semana en Cell Stem Cell, junto con un análisis de los sitios web de clínicas de todo el mundo que impulsan los tratamientos con células madre. (segue...) Fonte: El País Digital.uy.
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