Com células-tronco, futuro da Medicina está chegando, diz cientista
Células podem se transformar em tecidos e remédios poderão ser criados.
24/01/09 - Brasileiros entram em 'grupo de elite' ao produzir células sem embriões.
Cientistas brasileiros produziram, pela primeira vez, células-tronco idênticas às embrionárias, mas sem o uso de embriões, e entraram para um "grupo de elite" da comunidade científica internacional.
Cientistas japoneses já haviam conseguido resultado igual em 2007. Os pesquisadores brasileiros chegaram ao mesmo resultado menos de um ano depois.
Para o neurocientista brasileiro Steven Rehen, o futuro da medicina está chegando. Ele e o biomédico Martin Bonamino, do Instituto Nacional do Câncer, criaram um tipo de célula-tronco que abre portas para novos tratamentos.
"A médio e a longo prazo a gente pode estar gerando material de reposição para tratar doenças cardíacas, lesão de medula, doença de , entre outras doenças que tenham exatamente a identidade do paciente", disse Steven Rehen. (segue...) Fonte: G1.
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Remédio contra pode causar vícios e excessos
24/01/09 - ROMA - O vício em jogos de azar, o consumismo, os excessos na alimentação e na vida sexual podem se desenvolver em pessoas que sofrem do Mal de como efeito colateral dos medicamentos desenvolvimentos seu tratamento.É o que revela os estudos apresentados neste sábado (24) em Montecatini Terme (Toscana) no Simpósio da Associação italiana ianos (AIP).
Segundo estudos recentes, um em cada dez que realiza tratamento contra o mal de pode sofrer de condutas compulsivas, devido ao uso de medicamentos a base de dopamina.
A dopamina garante um bom controle sobre a rigidez, a lentidão dos movimentos e do tremor corporal, sintomas mais evidentes da doença, que degenera o sistema nervoso e que atualmente na Itália atinge mais de 200 mil pessoas.
Essa substância "é o neurotransmissor do movimento, mas também do prazer e da motivação", explicou Ubaldo Bonuccelli, do departamento de Neurociências da Universidade de Pisa.
Em pacientes pré-dispostos o uso desses medicamentos "desencadeia um distúrbio de controle dos impulsos, o que possibilita o desenvolvimento de compulsões", diz o especialista.
Pesquisas realizadas no Centro dos Institutos clínicos de Aperfeiçoamento de Milão revelam que o jogo de azar está associado a um excessivo estímulo induzido pelos medicamentos contra o mal de do hemisfério cerebral direito, onde se desenvolve a "criatividade". Fonte: DCI.
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Na verdade, só existe prazer no uso e no sentimento das próprias forças, e a maior dor é a reconhecida falta de forças onde elas seriam necessárias.
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