terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Doença de Parkinson parece atingir mais os homens, dizem americanos
Conclusão é resultado da avaliação de sete estudos epidemiológicos.
Pesquisadores não arriscam hipótese para explicar risco diferencial.

14/01/09 - Segundo pesquisadores da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, os homens têm pelo menos 50% mais chance de desenvolver a doença de Parkinson do que uma mulher. Para chegar a essa conclusão, que está publicada na revista "Journal of Neurology, Neurosurgery and Psichiatry", os cientistas revisaram sete estudos publicados nos últimos anos.

A doença de Parkinson é uma doença neurológica progressiva que atinge majoritariamente pessoas com mais de 50 anos, porém pode acometer até mesmo jovens. A evolução dos sintomas pode levar dez ou vinte anos.

Os principais sintomas da doença de Parkinson são: rigidez das articulações, que muitas vezes pode ser confundida com artrite; tremor, que a população entende como marca registrada da doença, embora só atinja 30% dos portadores de Parkinson; dificuldade de movimentação, como dificuldade de começar os movimentos, que também são mais lentos; perda de equilíbrio, que é um reflexo dos sintomas anteriores. A doença de Parkinson é um problema que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. (segue...) Fonte: G1.
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Falta de financiamento ameaça pesquisas com embriões híbridos no Reino Unido, diz jornal
13/01/2009 - RIO - A aprovação, em 2008, das pesquisas com embriões híbridos de humano e animal no Reino Unido pode não ter tido o resultado esperado: menos de um ano depois do "sim" no Congresso, entidades de financiamento estão negando recursos para trabalhos que utilizam o polêmico método, segundo o jornal britânico "Independent". Segundo um dos três cientistas que receberam autorização para fazer este tipo de pesquisa - realizada a partir de uma combinação de DNA humano e animal -, cientistas que são contrários às chamadas "quimeras" por questões morais podem estar bloqueando os recursos em comitês de financiamento.

Derivados da inserção de núcleo de uma célula humana num óvulo de animal, como vacas, porcos ou coelhos, os embriões híbridos são muito mais fáceis de obter do que os humanos. Eles podem ser usados para estudar o desenvolvimento embrionário e tentar criar células-tronco a partir da pele de um paciente, o que poderia levar a tratamentos com tecidos personalizados para doenças como Mal de Parkinson, diabetes e problemas cardíacos. (segue...) Fonte: O Globo.

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