segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

São Paulo, 04 de fevereiro de 2009.

Sr. Hugo E G,

Em retorno ao seu contato realizado em Janeiro, a Merck Sharp & Dohme (MSD) tem a satisfação de informar que o processo de embalagem do medicamento CRONOMET no Brasil já foi normalizada.

Após cumprir todos os trâmites legais necessários e readequar nossa fábrica em Sousas (Campinas/SP), iniciamos a produção na semana passada e o medicamento já está sendo enviado para diversos distribuidores.

Por isso, informamos que o abastecimento nas farmácias de todo país estará regularizado brevemente. Algumas farmácias na Grande São Paulo deverão receber o medicamento ainda esta semana.

Agradecemos a sua atenção e compreensão nesse caso e nos colocamos à disposição para mais informações por meio de nosso serviço de atendimento ao consumidor MSD Online (telefone: 0800 012 22 32; e-mail: online@merck.com; site: www.msdonline.com.br.
Atenciosamente,
Merck Sharp & Dohme
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Cientistas fazem células-tronco humanas se comunicar em cérebro de rato
Berlim, 16 fev - Cientistas da Universidade de Bonn conseguiram produzir as chamadas células-tronco cerebrais a partir de células-tronco humanas, e implantá-las no cérebro de um rato, onde se comunicaram com outras células.

"Esta é a primeira evidência direta de que as células nervosas, obtidas a partir de células-tronco humanas, podem se integrar no circuito de um cérebro animal", explicou hoje o autor do estudo, Philipp Koch.

As células-tronco cerebrais formam um tipo concreto de células nervosas, as células-tronco em sua fase adulta.

Por enquanto, os cientistas conseguiram obter as denominadas cientificamente células-tronco cerebrais apenas de uma forma completamente artificial, a partir de células-tronco embrionárias.

A obtenção destas células é um avanço duplo no tema da pesquisa com células-tronco.

Por um lado, indica que as células obtidas podem se reproduzir em laboratório quase ilimitadamente e gerar, com isso, muitas formas diferentes de células nervosas, acrescentou o professor Oliver Brüstle, também envolvido no estudo.

Isto poderia repercutir em uma menor necessidade de células-tronco como ponto de partida, pelo menos por enquanto, apontou Brüstle.

Por outra parte, as células-tronco cerebrais não só podem se manter quase ilimitadamente em um cultivo, mas também podem servir como uma fonte inesgotável.

"Elas proporcionam durante meses e anos as células nervosas humanas", acrescentou o professor.

Além disso, os cientistas descobriram que entre as células nervosas obtidas há algumas que deixam de funcionar em caso de doença de Parkinson.

O próximo objetivo dos cientistas é reproduzir as células-tronco em um animal doente - de Parkinson, por exemplo - e comprovar se conseguem reduzir os sintomas da doença.

A descoberta foi publicada na revista especializada "Proceedings", editada pela "National Academy of Sciences" dos Estados Unidos. Fonte: G1.

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