La identificación precoz de los síntomas y la optimización del tratamiento, son los retos actuales en la lucha contra la Enfermedad de
31-03-09 // Se presenta una “Guía de buena práctica clínica en Geriatría. Enfermedad de ” centrada en esta enfermedad• La tasa de infradiagnóstico sigue siendo alta en nuestro país, sobre todo por la habitual confusión entre los síntomas iniciales de la enfermedad y los rasgos propios del envejecimiento
• El abordaje multifactorial, es la clave del éxito en el abordaje de esta enfermedad, que afecta ya a unos 120.000 españoles
• Signos ianos leves se encuentran en casi la mitad de la población anciana y su prevalencia aumenta con la edad, por lo que la habilidad para valorar con precisión estos síntomas es fundamental
• La Guía, que ha contado con la colaboración de GlaxoSmithKline, pretende ser un recurso esencial en la consulta de médicos de Atención Primaria, neurólogos, geriatras, rehabilitadores y profesionales de enfermería (...)
Madrid, 31 de marzo de 2009.- El envejecimiento y la enfermedad de tienen un alto grado de convergencia, ya que la mayor incidencia de esta enfermedad se produce entre los 50 y los 80 años. Esto hace necesario un abordaje multidisciplinar de este trastorno, en el que desempeñan un papel crucial tanto los neurólogos como los geriatras, así como los médicos generales, los neurorehabilitadores, los profesionales de enfermería o los neurocirujanos.
Este ha sido uno de los principales motivos que ha impulsado la realización de la “Guía de buena práctica clínica en Geriatría. Enfermedad de ”, “un manual que de forma sencilla y práctica pretende resolver las dudas habituales que se plantean diariamente en la detección, tratamiento y seguimiento de los enfermos de ”, asegura el Dr. Juan Carlos Martínez Castrillo, que es uno de los autores del libro y que actualmente coordina el Grupo de Estudio de Trastornos del Movimiento de la Sociedad Española de Neurología.
Las guías de práctica clínica son instrumentos de consejo y ayuda en el diagnóstico y tratamiento de enfermedades complejas. De ahí, “la importancia que tiene en este caso la colaboración entre las sociedades científicas de Geriatría y Neurología, permitiendo enfocar mejor el manejo de trastornos neurológicos en Geriatría, como la enfermedad de ”, afirma el Dr. Pedro García Ruiz-Espiga, coordinador de la guía y responsable del grupo de Trastornos del Movimiento de la Sociedad Madrileña de Neurología.
Un manual de ayuda para una enfermedad frecuente e incapacitante (...)
Subsanar déficits (...)
Prolongar la luna de miel (...)
Mejorar el tratamiento, optimizar el cumplimiento (segue...) Fonte: Acceso.es.
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O cientista brasileiro que conquistou o mundo
Sábado, 28 de março de 2009 - Miguel Nicolelis, cientista brasileiro cujo trabalho foi capa da revista Science, é uma figura. Bom humor, gentileza e inteligência são qualidades que podem ser percebidas com um simples bate-papo por telefone. Na quarta-feira da semana passada, conversei com o pesquisador. Buscava uma conversa mais humana, já que o trabalho técnico, sua pesquisa sobre o mal de , havia sido destrinchado por algumas outras publicações. A entrevista está em Zero Hora deste domingo. Leia, a seguir, a íntegra do bate-papo:
Zero Hora – Como nasceu a ideia de estudar o Mal de ?Miguel Nicolelis - Nosso laboratório trabalha tentando entender como grandes circuitos neurais funcionam. Doenças como são manifestações de alterações desses circuitos. Qualquer manifestação dessas doenças, uma vez que tenhamos um modelo animal em camundongo, rato ou macaco, é uma oportunidade para estudar esses circuitos. Nosso laboratório não é especializado em nenhuma dessas doenças, mas o que temos notado é que a abordagem que desenvolvemos para estudar o cérebro normal tem permitido analisar uma variedade de patologias. Então, foi quase que por acidente que começamos a trabalhar com . Há alguns anos conseguimos um modelo animal da doença, um colega que criou camundongos que têm . À medida que começamos a trabalhar, começamos a ver padrões de atividade cerebral que eram muito semelhantes aos que eu havia estudado há 10 anos. Em ciência, acontece muito isso, você começa de estudar e de repente explode uma ideia.
ZH – O senhor tem dito que, na pesquisa, teve um toque de criatividade brasileira. Qual foi?
Nicolelis - Aqui nos EUA, os laboratórios são muito especializados em uma coisa só. E no nosso grupo, o estilo de se fazer ciência é muito criativo, muito aberto. Não imponho limites às áreas de atuação do laboratório, vamos até onde há coisas interessantes para estudar. É muito raro ter laboratórios nos EUA que estudem epislepsia, , paralisia e propriedades básicas do cérebro ao mesmo tempo. Isso é um estilo que acho que trouxe do meu estudo no Brasil.
ZH - Quando os pacientes que sofrem de mal de poderão usufruir dessa pesquisa?
Nicolelis - Sou muito conservador nessa abordagem. Há gente me escrevendo do mundo inteiro, cientistas que já querem tentar fazer estudos em pacientes. Antes, quero reproduzir esses estudos em primatas, para ter certeza de que poderemos usar no ser humano. Estou muito esperançoso, porque o resultado é muito bom, mas evidentemente você tem de testar isso em primatas e ter uma resposta positiva e tão boa quanto a que obtivemos em roedores. Só assim, poderemos começar a ter verdadeiras esperanças de passar isso para o ser humano. Acho que daqui a um ano e meio, vamos ter uma boa amostragem em primatas, que se for tão bem sucedida, nos permitirá pensar realmente em aplicações clínicas. Como a técnica é muito simples, não vai demorar muito. (segue...) Fonte: Clic RBS.
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