´Antes de curar el debemos saber sus causas´
El médico participó ayer en las jornadas sobre la enfermedad organizadas en Bueu
Sábado 18 de abril de 2009 - Ángel Sesar participó ayer en las jornadas organizadas por la Asociación Bueu para conmemorar el Día Mundial de esta enfermedad. Sesar compartió escenario con otros especialistas como Miguel Gelabert o José Luis Relova y expuso en su conferencia los avances en el diagnóstico y tratamiento de la enfermedad de .– ¿Cuáles son esos avances a los que hace alusión el título de su intervención?
– En los últimos seis o siete años ha habido tres avances fundamentales. El primero es que hemos aprendido a manejar mejor los fármacos del y eso hace que la calidad de vida sea mayor. Si antes el enfermo podía tener cinco años de calidad de vida ahora cuenta con 10 o 12. El segundo es que hemos adquirido pruebas complementarias que ayudan al diagnóstico y a diferenciarlo de los temblores esenciales o del por fármacos. Y el tercero es en el tratamiento de la enfermedad de avanzada, con otras opciones que concurren cuando el tratamiento convencional no funciona. Existe la cirugía o el tratamiento de infusión, que permiten mejorar la calidad de vida.
– Existe la percepción de que enfermedades como el o el Alzheimer han estado en un segundo plano para la investigación hasta hace poco. – No creo, lo que ocurre es que es una enfermedad muy compleja y los instrumentos para su estudio se conocen desde hace muy poco. Hasta hace no mucho tiempo los instrumentos con los que se contaba eran escasos. Hoy tenemos más, otros medios y nos damos cuenta de lo complejísima que es la enfermedad. Antes de curarla debemos saber sus causas y si es uno o varias enfermedades.
– ¿El horizonte de su cura es entonces lejano?
– La progresión de la ciencia no es lineal. A veces un investigador despistado deja un cultivo de bacterias a la intemperie y al día siguiente descubre la penicilina. Es muy difícil saber lo que pasará de aquí a diez años. (segue...) Fonte: Faro de Vigo.es.
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Institutos dos EUA finalizam regras para pesquisas com embriões
Primeira versão do texto foi publicada nesta sexta-feira17/04/09 às 21:54 | Os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos publicaram na sexta-feira (17) a primeira versão do texto que vai regulamentar as pesquisas com células-tronco embrionárias no país, depois que o presidente Barack Obama revogou as restrições de financiamento impostas pelo governo Bush.
As novas regras propostas são semelhantes às da legislação brasileira. Fica permitido ao NIH o financiamento de pesquisas com células-tronco extraídas de embriões sobressalentes, produzidos para fins de reprodução assistida (mas não aproveitados) em clínicas de fertilização in vitro.
Fica proibido o financiamento de projetos com células-tronco de embriões produzidos especificamente para pesquisa ou por técnicas de "clonagem terapêutica", quando o embrião é produzido de células adultas do próprio paciente - algo que ninguém conseguiu fazer até agora com células humanas, mas é considerado possível.
Pela legislação brasileira, só podem ser usados embriões sobressalentes que estejam congelados há pelo menos três anos e que sejam doados para pesquisa com o consentimento dos genitores
As regras do NIH também exigem o consentimento informado, mas não impõem um tempo mínimo de congelamento. Por outro lado, não permitem a criação de novas linhagens de células embrionárias - o que exige a destruição de mais embriões. Para isso, os cientistas continuarão a depender de financiamento privado ou de recursos públicos provenientes de outras fontes que não o NIH.
"Células-tronco embrionárias humanas podem ser usadas em pesquisas que utilizem fundos do NIH desde que as células sejam derivadas de embriões humanos criados para fins reprodutivos, que não sejam mais necessárias para essa finalidade (e) que sejam doadas para pesquisa", diz a norma. O texto ficará em consulta pública por 30 dias e poderá ser modificado ao final desse período. (segue...) Fonte: Bem Paraná.
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