segunda-feira, 26 de abril de 2010

Genérico: Piribedil / comercial: Trivastal
Piribedil
TRIVASTAL RETARD (Servier).

Composição
TRIVASTAL RETARD: Cada drágea contém 50 mg de piribedil (DCB 05587.01-8).

Indicações
Neurologia: Doença de Parkinson. Distúrbios psicocomportamentais da cerebrosclerose progressiva: distúrbios da memória, deterioração intelectual, diminuição da capacidade de concentração, tremor senil, tendência à depressão, alterações do sono. Acidentes vasculares cerebrais e seqüelas. Doença de Parkinson. Proteção do SNC de pacientes hipertensos e ateroscleróticos. Oftalmologia: Degenerescência macular: retinopatia diabética, acidentes isquêmicos retinianos. Otorrinolaringologia: Vertigens; zumbidos; distúrbios cocleovestibulares de origem vascular; traumatismo sonoro agudo. Angiologia: Claudicação intermitente; arteriopatias (diabéticas, ateroscleróticas), distúrbios vasomotores (cãibras, acroparestesias).

Contra-indicações
Colapso cardiovascular. Infarto do miocárdio na fase aguda.

Reações adversas
São raras (4%): perturbações digestivas ocasionais como dispepsia, náuseas, flatulência.

Posologia
Doença de Parkinson: Em monoterapia: 3 a 5 drágeas. Em associação: 1 drágea de
TRIVASTAL RETARD para cada 250 mg de levodopa. TRIVASTAL RETARD: 1 drágea ao dia, após a refeição principal. Nos casos graves: 2 drágeas ao dia, em duas tomadas. No tremor extrapiramidal: 2 a 4 drágeas ao dia, em dosagem progressiva.

Apresentação
Caixas com 15 e 30 drágeas com 50 mg de piribedil. Fonte: Net Med.

Trivastal Retard - Informações
Agonista dopaminérgico, o piribedil estimula os receptores da dopamina e as vias dopaminérgicas cerebrais. O piribedil possui atividades idênticas às de outros agonistas dopaminérgicos conhecidos, mas, apesar de todos os sistemas acionados serem de transmissão dopaminérgica, existem importantes diferenças ao nível de seu funcionamento, de seu grau de atividade, o que demonstra a inigualável ação de vários agentes sobre um mesmo sistema. No homem: Os estudos de farmacologia clínica evidenciaram no homem um mecanismo de ação dopaminérgico já demonstrado no animal. Encontraram-se no homem tratado pelo piribedil: modificações da eletrogênese cortical, do tipo dopaminérgica registradas no estado de vigília e durante o sono, em comparação com um período de placebo; sendo o estudo acoplado com as escalas comportamentais ou psiquiátricas, permitindo relacionar a atividade dopaminérgica e a atividade psicotrópica. Melhoria do tremor de repouso, manifestação neurológica ligada a uma deficiência em dopamina, em tratamento agudo e em tratamento prolongado. Aumento da perfusão arteriocapilar produzida na periferia pelo piribedil, comparativamente a um placebo, pôde ser antagonizada pelo haloperidol (antagonista dopaminérgico). Estas propriedades poderiam explicar a atividade do piribedil nas deficiências psicocomportamentais da senescência e no tremor do repouso. (segue...) Fonte: Medicina Net.
Observa-se serem as bulas diferente. Afinal, é agonista dopaminérgico ou não?

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