Nova descoberta na pesquisa de Parkinson
Uma importante ligação para novo potencial tratamento às pessoas com doença de Parkinson foi descoberto por uma equipe da Universidade de Cardiff.
Uma importante ligação para novo potencial tratamento às pessoas com doença de Parkinson foi descoberto por uma equipe da Universidade de Cardiff.
November 24, 2010 - O estudo, financiado pela Parkinson Reino Unido, foi publicado esta semana na revista Proceedings of National Academy of Sciences.
Os pesquisadores identificaram uma via hiperativa dentre as células nervosas que poderia ser potencialmente "rejeitada" e impedir ou reduzir os movimentos incontroláveis chamados de discinesias, que são um efeito colateral indesejado da levodopa, uma das principais drogas de Parkinson.
Embora a Levodopa seja um dos melhores tratamentos disponíveis, a discinesia é um dos principais problemas. Estes são movimentos involuntários que podem significar que os corpos das pessoas falseiem ou que seus braços ou pernas sacudam incontrolavelmente.
Discinesia é diferente de tremor de repouso, que é geralmente associado ao Parkinson. Os movimentos são um dos efeitos colaterais mais angustiantes daqueles que tomam drogas para Parkinson. As discinesias tornam o dia-a-dia das pessoas com Parkinson ainda mais desafiadores. Muitas das coisas que nós fazemos cotidianamente, como sentar, escrever, caminhar ou vestir, se torna difícil ou impossível.
O estudo internacional envolveu também investigadores da Suécia, França, Itália e China e foi co-financiado por vários parceiros, incluindo a Parkinson Reino Unido e a Michael J Fox Foundation. A Parkinson Reino Unido concedeu 400.000 £ ao pesquisador líder Dr. Riccardo Brambilla, da Cardiff School of Biosciences.
O estudo mostra como uma cadeia de eventos no interior das células nervosas chamadas Ras-ERK torna-se hiperativa e leva à discinesia. A equipe do Dr. Brambilla foi capaz de reduzir ou parar a discinesia em modelos animais, atuando sobre a atividade de duas partes fundamentais desta via hiperativa.
O Dr. Brambilla disse: "Nosso trabalho vai preparar o caminho para novos tratamentos efetivos que podem reduzir ou prevenir a discinesia. O desafio será o de atacar e bloquear direto as células nervosas no cérebro que causam discinesia, sem interferir com os benefícios da Levodopa."
O Dr. Kieran Breen, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Parkinson Reino Unido, disse: "Nós sabemos quão angustiante a discinesia pode ser.
Esta pesquisa é um passo importante na busca de melhores tratamentos que vão fazer uma diferença real à qualidade de vida e de confiança de milhares de pessoas com Parkinson. (em inglês) Fonte: Physorg.

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