Cirurgia para transtorno obsessivo compulsivo exige cautela
23/02/2011 - Nos últimos anos, muitos psiquiatras passaram a acreditar que a última e melhor chance para algumas pessoas com problemas mentais graves e incuráveis seria a psicocirurgia, um procedimento experimental onde os médicos operam diretamente no cérebro.Centenas de pessoas se submeteram a cirurgias cerebrais por problemas psiquiátricos, geralmente em ensaios clínicos, com alguns resultados animadores. Em 2009, o governo aprovou uma técnica cirúrgica para certos casos graves de transtorno obsessivo compulsivo, ou TOC. Pela primeira vez desde que a lobotomia frontal caiu em descrédito, na década de 1950, a cirurgia para problemas comportamentais parecia voltar ao caminho da medicina geral.
Agora, porém, alguns dos mais importantes cientistas do campo estão dizendo que a coisa "não é bem assim". (...)
A estimulação cerebral profunda possui um histórico comprovado de reduzir os tremores e a rigidez do mal de Parkinson; em estudos, médicos realizaram a operação em pessoas com depressão e síndrome de Tourette, entre outros problemas. Ela é a uma das mais usadas técnicas de psicocirurgia e a mais conhecida pelos médicos e aquela que, segundo especialistas, tem maior probabilidade de definir as expectativas e a imagem pública da psicocirurgia para o bem ou para o mal. (segue...) Fonte: Folha de São Paulo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observamos que muitos comentários são postados e não exibidos. Certifique-se que seu comentário foi postado com a alteração da expressão "Nenhum comentário" no rodapé. Antes de reenviar faça um refresh. Se ainda não postado (alterado o n.o), use o quadro MENSAGENS da coluna da direita. Grato.