Poucos terapeutas para tratar Parkinson
Domingo, 10 de Abril de 2011 - (...) "Há uma grande falta de técnicos especializados, ao nível dos cuidados e das terapias", afirma, sublinhando que as carências afectam sobretudo os utentes que vivem em zonas rurais. "Nas zonas urbanas, o acesso à primeira consulta é mais rápido, mas o acompanhamento numa consulta da especialidade nos hospitais demora seis meses".Para um melhor diagnóstico da doença e para perceber de que forma afecta o País, a Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson inicia amanhã, em parceria com a Direcção-Geral da Saúde, o primeiro estudo epidemiológico de avaliação da prevalência de Parkinson. Serão avaliadas cinco mil pessoas, com 50 ou mais anos. Numa primeira fase será feita uma avaliação em domicílios escolhidos aleatoriamente. A segunda fase consiste numa consulta com um neurologista, para confirmação dos casos a quem foi diagnosticada a doença ou que estejam a tomar medicação anti--parkinsónica. Amanhã assinala-se o Dia Mundial da Parkinson. Fonte: Correio da Manhã.pt.
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