sábado, 14 de maio de 2011

Jan Sanders van Hemessen
História das técnicas de operação mostra tentativa e muito erro
14/05/2011 - No século 19, se alguém procurasse um hospital para tratar um problema no joelho, seria amarrado a uma mesa, e dois ou três enfermeiros segurariam seus ombros e braços enquanto o cirurgião, com as mãos ainda sujas por ter feito a autópsia em um cadáver, serraria seu osso para amputar o membro. Tudo isso sem anestesia.

Descrições como essa, de um tempo em que o necrotério ficava bem ao lado da sala de operações, estão nas páginas de "Sangue e Entranhas", livro que conta a história das cirurgias.

O autor, Richard Holligham, jornalista de ciência e apresentador da BBC, recua aos tempos de Galeno, e suas operações em gladiadores feridos nas arenas do Império Romano, e chega às técnicas recentes, como implantes de eletrodos no cérebro.

Nessa trajetória, Hollingham não poupou detalhes: fala de sanguessugas famintas, transplantes desastrados, lobotomias e máquinas futuristas que faziam as vezes dos órgãos do corpo. (segue...) Fonte: Folha de S.Paulo.

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