Protocolo foi criado para orientar profissionais da saúde na abordagem a possíveis doadores
10 de fevereiro de 2012 | RIO - Na última década, o Brasil dobrou o número de transplantes - alcançou 23.397 cirurgias em 2011. A abordagem das famílias de possíveis doadores, porém, ainda é tabu para os médicos. Para facilitar essa tarefa, a psicóloga Kátia Magalhães, coordenadora familiar do Programa Estadual de Transplantes do Rio de Janeiro, criou uma espécie de guia das más notícias - 12 passos que o profissional deve seguir para se comunicar melhor com o paciente e os familiares.A ideia do protocolo surgiu em 2011, depois que Kátia participou do curso Comunicação de Notícias Difíceis, oferecido a profissionais de saúde pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) e Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.
Ali, ela tomou contato com o protocolo Spikes, método criado por médicos americanos, há dez anos, para nortear a comunicação de más notícias a pacientes com câncer. (...)
Protocolo amplo. Para o chefe da Área de Desenvolvimento de Políticas de Humanização do Into, Sérgio Catão, o protocolo adaptado por Kátia não se aplica apenas à hora de abordar a família de um doador, mas em outros momentos difíceis.
“As más notícias são diversas, de acordo com a característica da unidade. Aqui no Into temos outras más notícias: a amputação, o tratamento que não deu certo, a infecção que prolonga a internação. A má notícia às vezes é mal veiculada, sobretudo pelo médico. Queremos encontrar um caminho para facilitar essa comunicação”, afirmou. (segue...) Completo na Fonte: O Estado de S.Paulo.
Em Wikipédia.

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