quinta-feira, 1 de março de 2012

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Anúncio da clonagem da ovelha Dolly completa 15 anos
Nascimento do primeiro mamífero clonado a partir de uma célula adulta revolucionou a ciência
22 de fevereiro de 2012 |  A ovelha Dolly, primeiro mamífero clonado, gerou uma "nova forma de pensar" no mundo científico e abriu a porta a novos tratamentos contra doenças, disse à Efe seu criador, o britânico Ian Wilmut.

Nesta quinta-feira, 23, faz quinze anos desde que o anúncio do nascimento da primeira ovelha clonada a partir de uma célula adulta revolucionou a ciência e desencadeou um intenso debate moral.

O criador de Dolly disse que a experiência "demonstrou que as células podem ser modificadas" e podem ser estudadas para eventualmente chegar a entender "doenças que ainda não compreendemos" e desenvolver curas.

"Ainda que seja um exagero dizer que podemos modificá-las da maneira que queremos, podemos fazê-lo de muitas formas que eram completamente inimagináveis antes do nascimento de Dolly", disse o cientista.

Diante do desenvolvimento de novos procedimentos científicos que tomaram o caso de Dolly como ponto de partida, Wilmut considerou que "talvez em um prazo entre cinco e vinte anos possamos obter medicamentos que tratem doenças como Parkinson". (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.

Jejum pode ajudar a proteger cérebro, diz estudo
Pesquisa afirma que comer praticamente nada por um ou dois dias por semana pode proteger contra doenças degenerativas como Mal de Alzheimer e Parkinson
20 de fevereiro de 2012 | Jejuar um ou dois dias por semana pode proteger o cérebro contra doenças degenerativas como mal de Parkinson ou de Alzheimer, segundo um estudo realizado pelo National Institute on Ageing (NIA), em Baltimore, nos Estados Unidos.

"Reduzir o consumo de calorias poderia ajudar o cérebro, mas fazer isso simplesmente diminuindo o consumo de alimentos pode não ser a melhor maneira de ativar esta proteção. É provavelmente melhor alternar períodos de jejum, em que você ingere praticamente nada, com períodos em que você come o quanto quiser", disse Mark Mattson, líder do laboratório de neurociências do Instituto, durante o encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Vancouver.

Segundo ele, seria suficiente reduzir o consumo diário para 500 calorias, o equivalente a alguns legumes e chá, duas vezes por semana, para sentir os benefícios.

O National Institute of Ageing baseou suas conclusões em um estudo com ratos de laboratório, no qual alguns animais receberam um mínimo de calorias em dias alternados.

Estes ratos viveram duas vezes mais que os animais que se alimentaram normalmente.

Insulina
Mattson afirma que os ratos que comiam em dias alternados ficaram mais sensíveis à insulina - o hormônio que controla os níveis de açúcar no sangue - e precisavam produzir uma quantidade menor da substância.

Altos níveis de insulina são normalmente associados a uma diminuição da função cerebral e a um maior risco de diabetes.

Além disso, segundo o cientista, o jejum teria feito com que os animais apresentassem um maior desenvolvimento de novas células cerebrais e se mostrassem mais resistentes ao stress, além de ter protegido os ratos dos equivalentes a doenças como mal de Parkinson e Alzheimer. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo. Veja também no R7 e/ou Folha de S.Paulo.

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