ScienceDaily (May 10,
2012) — Pesquisadores do Medical Research Council (MRC)
Unidade de Toxicologia da Universidade de Leicester identificaram uma
importante via que leva à morte das células cerebrais em ratos com
doença neurodegenerativa. A equipe foi capaz de bloquear a via,
impedindo a morte das células cerebrais e aumentando a sobrevida nos
camundongos.
Em humanos doenças neurodegenerativas, incluindo a doença de Alzheimer, de Parkinson e doenças causadas por príons, proteínas que se desdobram em variedades diferentes, resultando na acumulação indesejada de proteínas. Estas formam as placas encontrados na doença de Alzheimer e os corpos de Lewy encontrados na doença de Parkinson.
Os pesquisadores
estudaram camundongos com neurodegeneração causada por doença de
príon. Estes modelos de ratos atualmente proporcionam a melhor
representação animal para distúrbios neurodegenerativos de
humanos, onde sabe-se que a acumulação indesejada de proteínas
está ligada com a morte de células cerebrais.
Eles descobriram que a acumulação indesejada de proteínas nos cérebros destes ratos ativa um mecanismo de defesa natural das células, que desliga a produção de novas proteínas. Isso normalmente implica em que as células voltem a funcionar de novo (ligando-as), mas nesses camundongos a continuação da acumulação de proteína indesejada se mantém, com o interruptor das células 'desligado'. Este é o ponto de disparo, levando à morte das células do cérebro, tal como não fazem aquelas proteínas essenciais para a sobrevivência das células nervosas.
Por injeção de uma proteína que bloqueia o interruptor 'off' da via, os cientistas foram capazes de restaurar a produção de proteína, independentemente do acúmulo de proteínas mal-moldadas, e acabar com a neurodegeneração. As células cerebrais foram protegidas, os níveis de proteína e a transmissão sináptica (a maneira com que as células do cérebro sinalizam umas para outras) foram restaurados e os ratos viveram mais, mesmo que apenas uma parte muito pequena do cérebro tivesse sido tratada. (segue..., em inglês) Fonte: Science Daily.
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