Células de pluripotência induzida serão utilizadas para testes de medicamentos; ideia é ter amostragem que reflita perfil da população
Desta forma, é possível, por exemplo, diferenciar as iPSCs de um paciente em neurônios para testar a eficácia de um antidepressivo, em células hepáticas para testar a absorção de um medicamento ou em células cardíacas para prever um possível efeito adverso.
Mais longe. O projeto dos pesquisadores da USP, no entanto, não se limitará a analisar a resposta de pacientes específicos a determinados tipos de fármaco. Eles pretendem criar um verdadeiro banco de iPSCs que ofereça uma amostragem fidedigna do perfil genético da população paulista e brasileira (mais informações nesta página) (na fonte).
Populações de diferentes etnias, países ou regiões podem apresentar uma diversidade significativa na resposta a determinados remédios. Em 2005, por exemplo, o FDA - agência de vigilância sanitária americana - aprovou uma droga para insuficiência cardíaca específica para a população negra. Os testes clínicos mostraram resultados tímidos em americanos brancos, mas os benefícios foram evidentes para negros. (segue...) Fonte: O Estado de S.Paulo.
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