O procedimento pode ser feito no Hospital Santa Júlia
Segundo o neurocirurgião Ângelo Rafael, que comandou a equipe, a cirurgia utiliza equipamentos de alta tecnologia e conta com dois neurocirurgiões, um instrumentador cirúrgico, um engenheiro de programação e um anestesista.
“Com o procedimento, podemos garantir uma melhora nos sintomas da doença que varia de 90% a 95%. Temos levantamentos que revelam que existam cerca de 2 mil pessoas em Manaus, diagnosticadas oficialmente com a doença de Parkinson. Dessas, 20% podem ser beneficiadas com a implantação do eletrodo”, destaca o especialista.
Antes de se submeter ao processo, conforme o médico, os pacientes devem fazer o tratamento clínico, com medicação adequada, durante o período mínimo de três anos ou ter intolerância ao medicamento que trata os sintomas do Parkinson já que a doença não tem cura.
A estimulação cerebral profunda também é recomendada em casos de tremores, distonia (congelamento dos movimentos), tiques refratários e doenças psiquiátricas como transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) e depressão.
Em portadores do Mal de Parkinson o procedimento deve ser feito no estágio da doença em que os efeitos colaterais das medicações já não são mais contornáveis com medidas clínicas. Fonte: D24 am.
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