Nessa corrida participou uma paciente que, ao pedalar de forma acelerada, registou, no final da prova, significativas melhorias ao nível dos sintomas. Este facto motivou Jay Alberts a tentar perceber qual a ligação entre as regiões do cérebro que estão associadas ao Parkinson e o exercício físico.
Ao longo da sua investigação Alberts e a sua equipa analisaram 26 pacientes portadores desta doença. Durante oito semanas (três vezes por semana), os pacientes utilizaram bicicletas para fazerem exercício físico. Uns pedalaram a um ritmo normal e outros a um ritmo mais acelerado.
Os investigadores concluiram que o grupo que pedalou com mais velocidade registou melhorias nas regiões do cérebro que estão associadas ao movimento e mobilidade. Ou seja pedalar com mais velocidade produziu efeitos positivos no cérebro, podendo apresentar-se "como uma terapia de baixo custo para doentes de Parkinson".
O grupo de investigadores tenta agora perceber se outras formas de exercício produzem os mesmos resultados positivos ao nível do cérebro e se os pacientes de Parkinson podem, de forma segura, utilizar equipamento para pedalar como um tratamento complementar. Fonte: Revista Bicicleta.
Esta descoberta não seria atribuída ao Dr. Bastiaan Bloem da Radboud University Nijmegen Medical Center, na Holanda, ou ao pessoal de Atlanta? Notícias afins sobre o assunto, veja em etiquetas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observamos que muitos comentários são postados e não exibidos. Certifique-se que seu comentário foi postado com a alteração da expressão "Nenhum comentário" no rodapé. Antes de reenviar faça um refresh. Se ainda não postado (alterado o n.o), use o quadro MENSAGENS da coluna da direita. Grato.