sexta-feira, 1 de março de 2013

Atividades cognitivas(?) para atenuar os sintomas de Parkinson

28/02/2013 - Diagnóstico: mal de Parkinson. Doença degenerativa, crônica e progressiva. Ao ler a definição algumas pessoas se revoltam, acreditam que os exames foram trocados ou que o tratamento é agressivo. Seja qual for o resultado, a medicina tem avançado muito nos últimos anos e que em várias capitais há programas que visam atenuar os efeitos da doença.

Em Brasília, o Grupo de Estudos em Atividade Física, Genética e Doenças Crônicas Não Transmissíveis, sob coordenação do prof.Dr. Ricardo Jacó desenvolveu o Programa de Atividade Física para Pessoas com Doenças Neurodegenerativas, como o mal de Parkinson. O projeto, com sede na Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília (UnB), proporciona atendimentos envolvendo atividades de treinamento de força, dança de salão e equoterapia.

Samuel Vidal, coordenador da pesquisa de dança de salão conta que os exercícios trazem vários benefícios.  “As atividades melhoram o estado psicológico dos pacientes e os exercícios físicos conservam a atividade muscular e flexibilidade articular, além de facilitar o manuseio das atividades diárias. A capacidade de socialização também é muito desenvolvida”, completa.

O programa irá iniciar as suas ações no dia 4 de abril e está oferecendo 100 vagas a comunidade. Para participar, basta apresentar atestado médico comprovando a doença. As inscrições podem ser feitas na FeF (via L4, ao lado do Centro Olímpico) ou pelos e-mails vidal.samuel@gmail.com. Ao ingressar no programa, o aluno fará uma bateria de exames gratuitos e, ao final, passará por um teste para avaliar os progressos obtidos.

Saiba mais:
O mal de Parkinson não tem cura, a degeneração dos neurônios é controlada pelos medicamentos. Levantamentos de Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 1% da população com idade acima dos 65 anos sofre com a doença.

Segundo o Ministério da Saúde, os principais sintomas da doença são: caligrafia menos legível ou com tamanho diminuído; fala monótona e menos articulada; lapsos de memória, dificuldade de concentração e irritabilidade; um dos braços ou uma perna movimenta-se menos do que a do outro lado. Fonte: Jornal de Brasília.
Pelo visto é atividade física e não cognitiva.

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