terça-feira, 26 de março de 2013

Progresso no combate aos efeitos colaterais dos medicamentos de Parkinson

Monday, March 25, 2013 - Como eles continuam a esperar por uma cura, os pacientes com doença de Parkinson podem ter em breve um alívio mais consistente nos efeitos colaterais dos medicamentos com que se tratam.

Um dos problemas mais prementes dos pacientes hoje é que o efeito do tratamento mais eficaz disponível desaparece ao longo do tempo e pode induzir muitas vezes graves movimentos involuntários. Uma série de novos tratamentos estão sendo desenvolvidos para enfrentar o desgaste causado no "off" ou atenuar os efeitos dos movimentos involuntários, chamados discinesias, que vêm com a droga levodopa.

Nos resultados apresentados na semana passada em San Diego, na reunião anual da Academia Americana de Neurologia, os pesquisadores relataram resultados significativos de um estudo em estágio intermediário da empresa Biotie Therapies Corp.'s, sobre o medicamento experimental Tozadenant. Enquanto isso, a fabricante de droga AbbVie Inc. relatou resultados mais aprofundados sobre o seu gel experimental feito a partir de uma combinação de drogas existentes e aplicado através de uma bomba de infusão, o que aumentou dramaticamente a quantidade de tempo que os pacientes se beneficiaram de medicação.

Os efeitos colaterais discinéticos e o “wearing off” da levodopa estão entre "os desafios mais significativos com os atuais tratamentos da doença de Parkinson", diz Todd Sherer, chefe-executivo da organização sem fins lucrativos Fundação Michael J. Fox, que financia a pesquisa da doença de Parkinson. "É um desafio (n.t.: “trade-off”) entre a maximização de benefícios e a limitação dos efeitos colaterais."

Diversos fármacos já existentes no mercado reduzem o tempo “off” da levodopa por uma a duas horas. Mas muitos pacientes com estágio avançado da doença experienciam de mais de cinco horas de tempo “off” por dia. Além disso, esses medicamentos adicionais podem piorar a discinesia. (segue..., original em inglês, tradução Hugo) Fonte: The Wall Street Journal.
O Tozadenant é novidade. O gel já é velho conhecido dos europeus.

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