Quinta, 04 Abril 2013 - Sem cura, o Mal de Parkinson já acomete mais de 200 mil brasileiros, segundo a Associação Parkinson Brasília. Enquanto a ciência ainda busca tratamentos definitivos, muito já se pode fazer para atenuar os sintomas da doença sendo os mais comuns retardo do movimento, tremedeira, dificuldade para caminhar, se alimentar, vestir e até falar.
Segundo neurologistas, as limitações resultam de uma disfunção no cérebro, numa área do órgão responsável pelos movimentos. A alteração incide, principalmente, sobre a região dos chamados movimentos automáticos, aqueles que executamos sem pensar como andar, respirar ou levantar de uma cadeira.
Fisioterapeutas acreditam que desenvolver alguns hábitos e praticar regularmente exercícios simples pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Confira algumas dicas:
Origami
Em fases mais avançadas da doença, o paciente pode ter dificuldades em desenvolver a motricidade fina, que são os movimentos precisos, como abotoar uma camisa, escrever ou pegar coisas usando apenas dois dedos. A prática do origami estimula a motricidade e dá mais precisão aos movimentos, tornando essas atividades mais fáceis.
Ginástica facial
Outro fenômeno comum da doença de Parkinson é a perda de expressão facial, resultado da rigidez muscular. Exercícios como os da ginástica facial podem ajudar o paciente na recuperação dos movimentos das sobrancelhas ou boca.
Musculação
Fazer musculação durante por uma hora, duas vezes por semana, melhora a coordenação motora de pessoas com Parkinson. A atividade fortalece o músculo e melhora, por exemplo, a estabilidade na hora da caminhada. A postura também ganha alinhamento.
Exercitar a mente
O paciente com Parkinson pode apresentar problemas de memória e raciocínio. É importante trabalhar a mente com jogos, aulas de música e leitura, por exemplo. As atividades podem ser diárias e de acordo com a preferência ou aptidão do paciente. Fonte: Record R7.
Este Blog, criado em set/2001, é dedicado às Pessoas com Parkinson (PcP's), seus familiares, bem como aos profissionais da saúde que vivenciam a situação de stress que acompanha a doença. A idéia é oferecer aos participantes um meio de atualizar e de trocar informações sobre a doença de Parkinson e encorajar as PcP's a expressar sentimentos no pressuposto de que o grupo infunde esperança, altruísmo e o aumento da auto-estima. E um alerta: Parkinson não é exclusividade de idosos!
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