sábado, 5 de abril de 2014

SEM MITOS / ACEITANDO A COMPANHIA

05 de abril de 2014 | O Parkinson não é fatal nem contagioso. O paciente não sofre alteração na memória ou na capacidade intelectual. Apesar de todas as limitações impostas pela doença, o maior desafio de quem convive com ela costuma ser outro: aceitar a ideia de que a enfermidade não vai regredir e será companheira de toda a vida.

A administradora de empresas Angela Maria Possebom Garcia, 59 anos, tem Parkinson há 15 anos e conhece bem as dificuldades impostas pela doença. Hoje, dedica-se exclusivamente a ajudar pessoas que enfrentam as mesmas limitações por meio da Associação Parkinson do Rio Grande do Sul (Apars), da qual é presidente.

– A doença atinge também o psicoemocional. Uma grande parte dos que sofrem de Parkinson não é amparada pela família. O tratamento precisa ser feito por um longo prazo, sem esperança de cura, o que muitas vezes gera falta de paciência e intolerância por parte dos familiares – conta Angela.

Cerca de 1% a 2% da população mundial convive com Parkinson, que se manifesta, na maioria dos casos, após os 60 anos

SEMANA DO PARKINSON
Para orientar familiares e pacientes, a Associação Parkinson do Rio Grande do Sul (Apars) promove de 6 a 12 de abril a Semana do Parkinson.
Haverá palestras de especialistas e pessoas que tenham a doença.
A programação completa e os locais dos eventos podem ser conferidos em blogdaapars.blogspot.com.br*
Fonte: Zero Hora.

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