Não querendo polemizar, mas já polemizando, lembro existirem críticas ao trabalho do autor, de que receberia incentivos de agência de defesa dos EUA para o desenvolvimento de exoesqueleto para fins bélicos, muito embora seja algo inexorável, hoje ou amanhã. Veja "Etiquetas".
Só acho chato, meio “cueca justa”, se verídico o fato, usarem o parkinson e o alzheimer como motivadores da empreitada, e não subjacentes, termo amado pelo mecanismos tradutores.
Por enquanto, no meu caso é claro, prefiro andar de 4!
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