segunda-feira, 11 de junho de 2007

Alternativa menos radical
11/06/2007 - Agência FAPESP – “A destruição de embriões humanos para pesquisa é dispensável. Há alternativas mais realistas de desenvolvimento de terapias a partir de células-tronco adultas. Desqualificar quem sustenta esse ponto de vista e prometer curas duvidosas baseadas em células-tronco embrionárias são tentativas de fugir da questão central e silenciar objeções éticas.”

A opinião de Alice Teixeira Ferreira, professora do Departamento de Biofísica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é uma resposta ao manifesto lançado em maio pela Federação das Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE) contra a ação direta de inconstitucionalidade (Adin) que, em maio de 2005, suspendeu o artigo da Lei de Biossegurança que regulamenta a utilização de células-tronco embrionárias humanas para fins de pesquisa.

O manifesto, encaminhado para os ministros do Supremo Tribunal Federal, rebateu argumentos levantados pelos defensores da Adin e considerou que não há fundamento científico em vários desses argumentos, especialmente que as células adultas seriam superiores às embrionárias para fins de pesquisa. (...)

A cientista afirma que, desde 2003, há resultados positivos para a doença de Parkinson e traumas da medula espinhal, em modelos animais, com o uso de células-tronco adultas obtidas das membranas fetais, córion e âmnion, além de células-tronco embrionárias obtidas no líquido amniótico.

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