Testes com animais poderiam levar a medicamento contra mal de Parkinson10/06/2007 - Um medicamento contra a hipertensão testado em ratos de laboratório poderia frear e até mesmo deter a evolução do mal de Parkinson, segundo os resultados obtidos por uma equipe de cientistas americanos divulgados neste domingo pela revista britânica Nature.
A "isradipina", empregada no tratamento da hipertensão arterial, é capaz de rejuvenescer os neurônios que produzem dopamina, e cuja morte causa o mal de Parkinson, segundo os pesquisadores.
A equipe de cientistas considera tão promissores os resultados que agora estuda fazer testes com voluntários humanos.
"Nossa esperança é que este medicamento proteja os neurônios "dopaminérgicos" e que ao cuidar delas, a doença não se desenvolva, mesmo entre os pacientes de risco", declarou o professor Jammes Surmeier, responsável pelo estudo. (segue...) Fonte: Último Segundo. Aqui na Folha On Line.
Identificada parte do cérebro que evita movimentos involuntários
07-06-2007 - Cientistas britânicos descobriram que as regiões motoras suplementares do cérebro permitem evitar os movimentos involuntários que podemos executar ao reconhecermos pessoas, objectos ou situações familiares, como pegar numa chávena.
Até agora sabia-se apenas que as mesmas zonas do córtex cerebral eram responsáveis pelas acções voluntárias após os impactos visuais que chegam à mente humana.
«Por exemplo, quando alguém vê numa mesa uma chávena com a asa à direita, automaticamente é activada a parte do cérebro que controla o lado direito do corpo, ainda que não se queira alcançar a chávena», adianta Masud Husain, investigador dos Institutos de Neurologia e de Neurociência Cognitiva da Universidade de Londres.
Segundo os cientistas, são precisamente as regiões motoras suplementares do cérebro que fazem inconscientemente, neste caso, com que o braço não execute o movimento direccionado à chávena.
Para conseguirem chegar a esta explicação, os investigadores britânicos estudaram o caso pouco frequente de doentes que tinham sofrido pequenas lesões nas regiões motoras suplementares.
Os cientistas viram que os pacientes apresentavam dificuldades para controlar os movimentos involuntários.
«Os estímulos visuais activam automaticamente o cérebro mas esta activação pode ser cancelada, para evitar que façamos certas coisas de acordo com os objectos que vemos», precisou Petroc Sumner, da Universidade de Cardiff.
As regiões motoras suplementares do cérebro estão também relacionadas com a doença de Parkinson e com outros distúrbios neurológicos, em que algumas extremidades do corpo podem reagir por si mesmas, inclusive contra a vontade das pessoas. Fonte: Diário Digital / Lusa, dica de nosso amigo José Augusto Moreira-pt.
07-06-2007 - Cientistas britânicos descobriram que as regiões motoras suplementares do cérebro permitem evitar os movimentos involuntários que podemos executar ao reconhecermos pessoas, objectos ou situações familiares, como pegar numa chávena.
Até agora sabia-se apenas que as mesmas zonas do córtex cerebral eram responsáveis pelas acções voluntárias após os impactos visuais que chegam à mente humana.
«Por exemplo, quando alguém vê numa mesa uma chávena com a asa à direita, automaticamente é activada a parte do cérebro que controla o lado direito do corpo, ainda que não se queira alcançar a chávena», adianta Masud Husain, investigador dos Institutos de Neurologia e de Neurociência Cognitiva da Universidade de Londres.
Segundo os cientistas, são precisamente as regiões motoras suplementares do cérebro que fazem inconscientemente, neste caso, com que o braço não execute o movimento direccionado à chávena.
Para conseguirem chegar a esta explicação, os investigadores britânicos estudaram o caso pouco frequente de doentes que tinham sofrido pequenas lesões nas regiões motoras suplementares.
Os cientistas viram que os pacientes apresentavam dificuldades para controlar os movimentos involuntários.
«Os estímulos visuais activam automaticamente o cérebro mas esta activação pode ser cancelada, para evitar que façamos certas coisas de acordo com os objectos que vemos», precisou Petroc Sumner, da Universidade de Cardiff.
As regiões motoras suplementares do cérebro estão também relacionadas com a doença de Parkinson e com outros distúrbios neurológicos, em que algumas extremidades do corpo podem reagir por si mesmas, inclusive contra a vontade das pessoas. Fonte: Diário Digital / Lusa, dica de nosso amigo José Augusto Moreira-pt.
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