Ecstasy destrói neurónios
19-09-2007 - Danos provocados pela droga podem levar à morte de células cerebrais. A descoberta é de um grupo de cientistas do Porto e confirma as suspeitas da relação entre o consumo de ecstasy e a degradação dos neurónios. A droga provoca uma libertação excessiva de serotonina, conhecida como "hormona da felicidade", obrigando o cérebro a um esforço suplementar para a remover. (...)A descoberta dos investigadores do Instituto de Biologia Molecular e Celular e da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto contém, contudo, um ponto positivo. Um medicamento normalmente utilizado por doentes de Parkinson é capaz de contrair os efeitos nocivos da ecstasy, apesar de não remediar os danos já provocados pelo consumo da droga. Os cientistas alertam, porém, para um risco: medicamentos do género, conhecidos como neuroprotectores, podem matar, caso sejam mal utilizados e em simultâneo com uma pastilha de ecstasy. Fonte: SIC Online-pt.
A terapia do gene não pode ter causado a morte da paciente
A figura acima é de um joelho tratado com células tronco, onde a paciente faleceu.
19 September 2007 - O caso foi complicado pelo tipo de prescrição da droga imunossupressora. (em inglês) Fonte: Nature.
A figura acima é de um joelho tratado com células tronco, onde a paciente faleceu.19 September 2007 - O caso foi complicado pelo tipo de prescrição da droga imunossupressora. (em inglês) Fonte: Nature.
(Notícia quentíssima. Infelizmente restrita ainda aos assinantes. Vamos aguardar! Enquanto isso: Terapia genética do Parkinson parece funcionar.)
Wednesday, September 19, 2007 - NOVA YORK - Pesquisadores americanos realizaram um estudo sobre o uso de células-tronco adultas retiradas dos testículos de ratos como possíveis substitutas para as células-tronco embrionárias, no desenvolvimento de tecidos que poderão ser usados para tratar diversos tipos de doença. O trabalho é descrito na edição desta semana da revista Nature. (...)
Os pesquisadores esperam que os achados destes estudos ajudem na regeneração de órgãos em pessoas com doenças do coração, Alzheimer, Parkinson, diabetes e outras situações médicas. (em inglês) Fonte: CBC News. Em português no G1.
Dê adeus à era do consumidor passivo
Ed. Setembro de 2007 (...)“Hoje, 75% das inovações das empresas vêm de sugestões dos usuários”, afirma a inglesa Josephine Green, diretora de um dos mais avançados centros mundiais de pesquisa em design. (...)9>>> Além do usuário e da tecnologia, importa a qualidade do uso, em termos de saúde e sustentabilidade?
O século 21 já não enfrenta apenas o desafio de curar doenças, mas sobretudo a necessidade de lidar com males crônicos que resultam do comportamento ou de estilos de vida, como Parkinson, obesidade e diabetes. Significa que uma pessoa pode ficar doente por 20 ou 30 anos. (segue...) Fonte: Época negócios.
Por esta e por outras, sinto-me como um alvo, incluindo a indústria farmacêutica. Tomara que dêem com os burros n'água!

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