
FRANÇA CONDENA LABORATORIO E O NEUROLOGISTA
Pela primeira vez na França um tribunal condena um laboratório farmacêutico e o médico neurologista que receitou o remédio por não terem informado ao paciente sobre os efeitos secundários (vicio de jogos de azar) associado ao medicamento (agonista dopaminérgico).
Didier Jambart, de 47 anos, residente em Nantes, no oeste da França, é o demandante. Ele está entre o percentual de pacientes (aproximadamente 14%) que desenvolve comportamento compulsivo por jogos de azar, quando submetidos a tratamento da doença de Parkinson com agonistas dopaminérgicos.
Pela primeira vez na França um tribunal condena um laboratório farmacêutico e o médico neurologista que receitou o remédio por não terem informado ao paciente sobre os efeitos secundários (vicio de jogos de azar) associado ao medicamento (agonista dopaminérgico).
Didier Jambart, de 47 anos, residente em Nantes, no oeste da França, é o demandante. Ele está entre o percentual de pacientes (aproximadamente 14%) que desenvolve comportamento compulsivo por jogos de azar, quando submetidos a tratamento da doença de Parkinson com agonistas dopaminérgicos.
O laboratório foi condenado a pagar 80% e o médico que receitou o produto 20% da quantia estipulada como indenização.
Fonte: Psychomedia e Timesonline
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