Descoberto mecanismo ligado a doenças neurodegenerativas
Depressão profunda e 16/03/2009 - Um consórcio internacional de instituições de pesquisas, liderado pela Clínica Mayo de Jacksonville (Estados Unidos) , descobriu um mecanismo que pode ajudar a explicar a doença de e outros distúrbios neurológicos.
Ao estudar oito famílias em diversas partes do mundo, com síndrome de Perry, a equipe de pesquisadores descobriu um defeito genético, que pode resultar em depressão profunda e ismo.
Apesar de essa síndrome ser extremamente rara, o seu mecanismo de ação pode ajudar a explicar as origens de uma variedade de distúrbios degenerativos, tais como a doença de e a esclerose lateral amiotrófica, bem como a depressão comum e os distúrbios do sono, que também são característicos do distúrbio. (...)
Microtúbulos (...)
Por exemplo, na esclerose lateral amiotrófica, uma doença de neurônio motor, também conhecida como doença de Lou Gehrig, os motores moleculares que fazem o transporte de terminais nervosos distantes para o corpo celular podem se tornar defeituosos. Em algumas formas da doença de , evidências crescentes indicam que as cargas em trânsito também são mal dirigidas pela sinalização defeituosa, devido a mutações patogênicas no gene LRRK2 (cinase 2 com repetições ricas em leucina). (segue...) Leia na íntegra na Fonte: Diário da Saúde.
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Fármacos para podem despoletar sintomas de dependência
16 de Março de 2009 - Os pacientes a receber tratamento para a Doença de podem algumas vezes desenvolver comportamentos de dependência, como jogo patológico, devido ao excesso de utilização de agonistas da dopamina, o principal tipo de fármaco utilizado para tratar esta doença neurológica.Fármacos para podem despoletar sintomas de dependência
Os agonistas da dopamina, agentes que activam os receptores da dopamina no cérebro, incluem fármacos como o pramipexol, ropinirol, pergolida e bromocriptina, normalmente utilizados para a Doença de e síndrome das pernas inquietas.
Contudo, o Dr. Alain Dagher, da Universidade McGill, em Montreal, no Canadá, referiu à Reuters Health que estes fármacos apresentam um risco muito definido de provocar distúrbios de controlo de impulsos e dependência, sendo que os médicos devem estar conscientes destes efeitos secundários e alertar explicitamente os pacientes que iniciam estes fármacos.
O Dr. Dagher e o Dr. Trevor W. Robbins, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, reviram as associações entre a dopamina e os distúrbios de personalidade dependente à luz dos modelos actuais de aprendizagem e dependência.
Os factores de risco destes distúrbios para os doentes com incluem ser do sexo masculino, ser jovem na altura do diagnóstico, ter historial de abuso de álcool ou drogas, depressão e resultados elevados na categoria de personalidade que procura novidade, todos factores que também aumentam o risco de dependência na população geral.
Embora se tenha questionado inicialmente se os agonistas da dopamina realmente provocavam jogo patológico, existem agora evidências de que as terapias com dopaminérgicos no geral, e os agonistas da dopamina em particular, são os despoletadores de jogo patológico e outros distúrbios de controlo de impulsos na Doença de .
Níveis de dopamina cronicamente baixos nos pacientes com não tratada levam a uma personalidade com baixa procura de novidade e uma incidência de dependência reduzida. Por outro lado, o tratamento de substituição com dopaminérgicos aumenta a vulnerabilidade à dependência e aos distúrbios de controlo de impulsos.
O Dr. Dagher concluiu que, no que diz respeito aos pacientes com , a resposta é simples: descontinuar o tratamento com agonistas da dopamina se o paciente desenvolver dependência. Fonte: Farmacia.pt.
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