Doentes de Alzheimer não têm genéricos / Portugal
25 de Abril de 2009 - A medida do Governo de comparticipar a 100% não abrange os pensionistas com Alzheimer porque não há genéricos para esta doença, que atinge 70 mil portugueses. De resto, todos aplaudem a iniciativa.A doença de Alzheimer, uma das mais caras dos idosos, e que afecta, no mínimo, 70 mil portugueses não tem genéricos disponíveis no mercado. Por isso, os reformados com esta doença não podem beneficiar da medida ontem anunciada pelo Governo, e dada em primeira mão pelo DN, que contempla a comparticipação total dos genéricos para quem recebe pensões inferiores a 450 euros. (...)
De resto, a maioria dos problemas que afectam os mais velhos têm genéricos disponíveis É o caso da osteoporose, angina de peito, colesterol, prevenção de AVC e tromboses, depressão, entre outras. O , uma doença que atinge 20 mil portugueses, tem genéricos. No entanto, não há para todas as substâncias activas. " Há genéricos muito recentes para o ", congratula-se a presidente da direcção da Associação Portuguesa de Doentes de , Irene Machado. (segue...) Fonte: Diário de Notícias.pt.
Isso em Portugal. E aqui no Brasil? A princípio temos o genérico do precursor levodopa (Prolopa, Sinemet, Cronomet, Parkidopa, etc.) e do cloridrato de biperideno (Akineton). Do medicamento mais caro, o agonista pramipexole (Sifrol / Mirapex) não temos genérico.
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