Para evitar que os pacientes da região desloquem-se até a farmácia de alto custo do Hospital Regional parte dos 48 municípios abrangidos pelo DRS 16 instalaram assistências farmacêuticas que retiram os remédios no Hospital Regional, que atua como polo distribuidor, e levam para os pacientes que retiram nas cidades onde moram. Em Votorantim inclusive há um serviço com moto mantido pela Prefeitura que leva até a porta da casa do paciente. Segundo o médico Leme, cerca de 600 dos 1.600 pacientes atendidos com medicamentos de alto custo apenas em Votorantim estão sendo prejudicados com a falta de medicamentos. Ele cita que o Estado deixa de entregar remédios para tratar de doença de parkinson, colesterol, asma, epilepsia, alergia à lactose. "Uma pessoa com crise de asma vai parar no Hospital e pode morrer, igual a um epiléptico que tenha um ataque muito forte e precise para na UTI", enfatiza Leme.
Para o Estado as faltas de remédios de alto custo nas farmácias são pontuais e podem ocorrer por diversos fatores, como escassez de matérias primas, atrasos por parte de fornecedores e problemas logísticos, entre outros. Dos medicamentos em falta, 10 deles chegarão em aproximadamente 15 dias. O restante até o início de setembro, segundo prazos informados pelos fornecedores. O médico em Votorantim afirma que é comum o Estado justificar que os laboratórios atrasaram a entrega. "E o que tem a ver o paciente com isso?", questiona alegando que nessas situações o governo poderia multar ou adquirir os remédios da empresa que ficou em segundo lugar no processo de concorrência (licitação). Enfatiza que essa situação agrava a situação de saúde do paciente. (segue...) Fonte: Portal Cruzeiro do Sul.

A Farmácia alto Custo de Sorocaba é uma vergonha. Nunca tem todos remédios receitados pelo médico,
ResponderExcluirAs atendentes da Farmácia também é uma lástima. Quem comanda tudo é uma senhora por nome Zaida, a qual fornece as senhas para retiradas de remédios, dos quais nunca têm. Atende muito mal, com cara arrogante como se estivéssemos pedindo favor. Olha aqui Dona Zaida, não é favor é dever da senhora e um direito do cidadão; se a senhora não sabe. A senhora é empregada do Estado, portanto é nossa funcionária, porque nós é que sustentamos o Estado. Entendeu?